Quando falamos em investimentos, logo pensamos em abrir uma poupança, pois dizem ser o investimento mais seguro e rentável disponível.

Será?

A poupança, pelo contrário do que muitos dizem, é o investimento que menos rende. Tanto os investimentos em juros quanto a Bolsa de Valores, costumam render cerca de 10% acima da inflação. Já a poupança, mal consegue render acima da inflação.

Segundo o analista Raphael Cordeiro, considerando que a poupança ganhe 7% ao ano, o rendimento em cima de R$ 10 mil, será de R$ 700.

Se o investidor aplicar esses R$ 10 mil em um CDB (Certificado de Depósito Bancário) que renda 85% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), e o CDI estiver rendendo 8,5%, já deduzindo o Imposto de Renda, o investidor vai receber aproximadamente R$ 20 a mais que a poupança.

E agora, por qual optar?

Independente qual for sua escolha, convenhamos que a melhor forma de aprender a investir em ações ou aplicar seu dinheiro, é com profissionais e empresas qualificadas.

#FicaDica

Ouro lidera ranking de investimentos em 2010

às 05/01/2011, em Mercado Financeiro, por andreruzneves
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O metal acumulou rentabilidade de 32,26% no ano, contra desempenho quase nulo do indice Bovespa, que ficou em 1,04% – abaixo até da caderneta de poupança que terminou o ano com rentabilidade de 6,81%

Agência Estado

A crise internacional e a consequente procura dos investidores por ativos mais seguros fizeram com que as aplicações em ouro superassem todas as outras em 2010. O metal acumulou rentabilidade de 32,26% no ano, contra desempenho quase nulo do indice Bovespa, que ficou em 1,04% – abaixo até da caderneta de poupança que terminou o ano com rentabilidade de 6,81%.

“Havia uma expectativa de que esse seria um ano de rearranjo na economia mundial, mas os países não saíram da crise”, explica o consultor financeiro Fábio Gallo. “Com os mercados instáveis, há uma corrida de investidores para ativos reais, que se comportam como o ouro.”

Em dezembro, o metal encerrou com baixa de 3,53% – a primeira desvalorização desde fevereiro. “O ouro atua como um porto seguro em época de crise”, diz o consultor financeiro Mauro Calil. “Para o ano que vem, acho pouco provável que ele suba mais.” Mas há ainda quem aposte no metal, caso as economias americana e europeia não deem sinal de recuperação. “Embora com pouca liquidez, pode ser uma boa alternativa para diversificação da carteira”, diz o administrador de investimentos Fábio Colombo.

Não há estatísticas oficiais sobre o mercado de ouro no Brasil, mas corretoras estimam que só durante este ano essa modalidade de investimento movimentou algo em torno de R$ 3 bilhões. Na BM&FBovespa, o contrato mínimo a ser negociado é de 250 gramas, no valor de R$ 20 mil, em dezembro.

Depois do ouro, o segundo melhor investimento em 2010 foram os fundos da Vale com recursos do FGTS: a rentabilidade foi de 15,37%. “A mineradora começou o ano com uma performance mediana, mas as boas notícias vindas da China no primeiro quadrimestre reverteram a tendência de baixa, com o aumento na demanda por minério de ferro no mundo inteiro”, explica Calil.

Já os fundos da Petrobras ocuparam o último lugar no ranking dos investimentos, com desvalorização de 29,88%, em consequência do desfecho da megacapitalização realizada pela estatal em setembro. A demora do governo em esclarecer as regras do pré-sal gerou insegurança entre os investidores. Ontem, no último pregão do ano, a bolsa brasileira encerrou o dia com variação positiva de 0,51% e 69.304 pontos. O ano fechou em 1,04% – uma oscilação bem diferente da registrada no fim de 2009, quando a Bovespa aparecia, com folga, como o investimento mais interessante: alta de 82,6% naquela ocasião.

A poupança deve render 6,90% neste ano. O resultado será ainda pior que o registrado em 2009, quando a rentabilidade já havia sido de apenas 7,05%

Agência Estado

A caderneta de poupança terá, em 2010, a menor rentabilidade já paga ao poupador desde 1967, segundo informou hoje a consultoria Economatica. A poupança deve render 6,90% neste ano. O resultado será ainda pior que o registrado em 2009, quando a rentabilidade já havia sido de apenas 7,05%.

O levantamento, feito pela Economatica, considerou os números da caderneta de poupança desde 1967. De acordo com os dados, as cinco rentabilidades mais baixas do período analisado são, na ordem: 2010 (6,90%), 2009 (7,05%), 2007 (7,77%), 2008 (7,90%)e 2004 (8,10%).

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Ouro, títulos indexados à inflação ou ao CDI e fundos de ações small caps se destacaram frente à queda da bolsa e do dólar

Julia Witgen, de Exame.com

O ano de 2010 foi marcado pela escalada da inflação, pelas eleições e pela insegurança em relação à recuperação econômica dos países desenvolvidos. Diante desse cenário, muitos investidores procuraram proteger seus investimentos em aplicações como o ouro e a renda fixa, ao mesmo tempo em que a bolsa amargou perdas.

No Brasil, os investimentos que conseguiram superar a inflação foram os títulos de renda fixa atrelados ao IPCA, que deve fechar o ano em 5,8%, ou aqueles ligados ao CDI. Para conter a economia aquecida, o Banco Central elevou os juros de 8,75% para 10,75% ao longo do ano, tendência que deve continuar em 2011. A poupança, por sua vez, quase não conseguirá superar a inflação, mas fechará o ano sem perdas reais.

Em paralelo, a bolsa não foi um bom investimento. Além do fortalecimento da renda fixa, a capitalização envolta de incertezas da Petrobras e a consequente desvalorização de mais de 30% nos papéis da estatal contribuíram para uma queda de 1,29% do Ibovespa neste ano. O bom desempenho de outras empresas do índice, como a Vale, impediram um tombo ainda maior. Com isso, os fundos de ações tiveram, em média, um desempenho bem fraco, e os multimercados se equilibraram na própria flexibilidade. Exceção para os fundos de ações small caps (de empresas com baixo valor de mercado), que viram uma valorização extraordinária em 2010.

No plano internacional, o crescimento da economia americana abaixo do esperado, o grande endividamento de alguns países europeus e o temor dos investidores em relação a uma nova crise levaram a uma forte desvalorização do dólar. Consequentemente, os investidores correram para o ouro, na tentativa de proteger suas aplicações, tornando o metal precioso o mais valorizado do ano.

Entretanto, especialistas acreditam que 2010 não foi um ano repleto de acontecimentos econômicos marcantes. “Este foi um ano com algumas oscilações, mas nenhuma significativa: sem grandes crises e sem muita euforia. Durante o ano inteiro houve altos e baixos, mas nada comparável aos três anos anteriores”, avalia Gilberto Poso, superintendente-executivo de Gestão de Patrimônio do HSBC.

Veja a seguir o desempenho das principais aplicações financeiras ao longo de 2010. (mais…)

Em novembro, poupador teve perda de poder aquisitivo de 0,29%.
Cálculo considera rentabilidade sem o efeito da inflação.

G1.com

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (8) pela consultoria Economatica aponta que, em novembro, a poupança teve o pior desempenho real (que desconta a perda da inflação na rentabilidade) desde março de 2003.

A rentabilidade de 0,535% observada na poupança no mês, quando descontados os efeitos da inflação (de 0,83%, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial), se transforma em perda de poder aquisitivo de – 0,29% para o poupador, estima a consultoria.

De acordo com a consultoria, que calcula a rentabilidade mensal da poupança desde janeiro de 2003, o resultado de novembro foi o quarto pior desempenho nesse período.

“Podemos afirmar que o poupador que no final de outubro de 2010 depositou, por exemplo, R$ 1000 no final do mês de Novembro de 2010 teria R$ 1.005,35. Mas da mesma maneira uma cesta básica que no final de outubro de 2010 que valia R$ 1000,00 no final do mês de Novembro de 2010 valia R$ 1008,30″, diz comunicado da consultoria.

A maior perda da poupança para a inflação, informa a Economatica, foi observada em janeiro de 2003, de -1,23%. O mês de maior ganho da aplicação sobre a inflação foi em junho de 2003, com 1,07%.

DESEMPENHO REAL MENSAL DA POUPANÇA,
DESCONTADA A INFLAÇÃO PELO IPCA
Dezembro/2009 0,18%
Janeiro/2010 -0,25%
Fevereiro/2010 -0,28%
Março/2010 0,06%
Abril/2010 -0,07%
Maio/2010 0,12%
Junho/2010 0,56%
Julho/2010 0,61%
Agosto/2010 0,55%
Setembro/2010 0,12%
Outubro/2010 -0,20%
Novembro -0,29%
Fonte: Economatica
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Renda fixa versus Renda Variável

às 02/09/2010, em Mercado Financeiro, por EnsinaInvest
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Você possui um capital reserva e quer escolher a melhor maneira de aproveitar suas economias? Para isso, existe a possibilidade tanto de investir em renda fixa, como a poupança, que é um rendimento seguro, porém pouco rentável, quanto aplicar seus investimentos em renda variável.
Como o próprio nome diz, a renda variável, que pode ser investimentos em ações por meio da Bolsa de Valores, não te dá garantia de um rendimento fixo na hora do regaste. Por ser um investimento menos seguro e de maior risco, os ganhos podem ser muito maiores do que os da renda fixa.
Para investir na Bolsa de Valores, é importante conhecer o risco proveniente da renda variável e procurar obter o máximo de conhecimento do assunto. Visando a educação financeira de investidores e interessados em se inserir no mercado de ações, a EnsinaInvest  oferece cursos e treinamentos especializados para que você possa potencializar seus investimentos e maximizar seus lucros!
Com bom rendimento em longo prazo, a renda variável ultrapassa, e muito, a renda fixa. Para se ter uma idéia, desde julho de 2005 até este ano, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) se valorizou em 159%.
O investidor que optar pela renda fixa, por ser mais segura e ter uma remuneração mínima pode estar perdendo uma boa oportunidade!

Vinicius Baccili