Cada vez mais mulheres estão entrando num universo até agora tipicamente masculino. Nos últimos oito anos o número de mulheres atuando como investidoras na Bolva de Valores de São Paulo (Bovespa) cresceu dez vezes. No Ceará, já são 1.345. São mulheres como a engenheira civil Tércia Pinheiro, 32, e a economista Vilani Guedes de Araújo, 38.

A BM&FBovespa atribui o crescimento ao Programa de Educação Financeira da Bolsa, iniciado em 2002. Naquele ano, o número de investidores no mercado acionário girava em torno de 85 mil. Em dezembro de 2010 era 610.915. Desse total, 75,2% são homens e 24,8% mulheres. Em 2002, a participação do sexo feminino era só 18%.

O responsável pelo home broker da Pax Corretora, Leonardo Guimarães, diz que as mulheres entendem de finanças e são menos passionais e mais críticas quando investem. Conta que a maioria tem entre 26 e 45 anos. Avalia ainda que a mulher entra na bolsa com um plano específico. Visa formar poupança para estudar, fazer viagem ou adquirir bens (apartamento, carro etc). “Mas tem muita mulher que entra para ganhar, acompanha o vai e vem do mercado e participa ativamente tentando comprar ou vender”, comenta.

Tércia Pinheiro investe em ações há cerca de dois anos. Ela aproveitou a queda dos papéis durante a crise de 2008 para entrar no mercado e gostou. “Eu recomendo”, afirma, acrescentando que gosta de comprar ações que lhe deem dividendos. Para ela, o importante é estudar, pesquisar e pedir informações.

Vilani Guedes começou em 2003 e também aproveitou o momento de baixa para comprar por um preço mais barato. Ela nunca perdeu mas, por conservadorismo, ganhou menos em alguns períodos. A economista conta que começou com R$ 5 mil e escolheu o ramo de energia porque conhecia um pouco mais. “Arrisquei e me dei muito bem.”

Com tempo para se dedicar aos investimentos conta que em 2008, quando a bolsa despencou (-41,225) não perdeu nada porque não vendeu ações. Admite que é preciso ter sangue frio e não ficar sobressaltada quando as caem ou sobem. Ela acha que ainda é pequeno o número de investidoras porque elas tem medo de correr risco.

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Artumira Dutra
artumira@opovo.com

Marcelo Guedes Nunes, Portal Nacional

Essa crescente demanda possibilitou altos preços das commodities, que tem representado a maior parte e evolução do superávit comercial brasileiro”, explica o advogado Marcelo Guedes Nunes, sócio da Guedes Nunes, Oliveira e Roquim Sociedade de Advogados*, especializada em Direito Empresarial.

O advogado comenta, ainda, que “os investimentos chineses e os altos preços contribuíram para que a crise mundial afetasse de forma sutil o Brasil, já que manteve aquecida a nossa economia”. Dados da Câmara de Comércio e Indústria Brasil China (CCIBC) apontam que os investimentos daquele país no Brasil deverão chegar a US$ 25 bilhões só neste ano e a previsão é que deve ultrapassar os US$ 40 bilhões em 2014.

Marcelo Guedes Nunes comenta que, com isso, o Brasil passa a ter uma crescente participação no mercado de commodities e poderá utilizar os recursos provenientes para investimentos e desenvolvimento de outros setores mais necessitados. Quanto à legislação, o investimento de capital estrangeiro está sujeito a regimes distintos com base no setor econômico.

Guedes Nunes explica que a lei brasileira define como capital estrangeiro bens, máquinas e equipamentos que tenham sido trazidos sem dispêndio inicial de divisas estrangeiras e que serão utilizados na produção de bens ou serviços, bem como dos recursos financeiros que tenham sido trazidos ao País para serem investidos em atividades econômicas.

“Em ambos os casos, este conceito de capital estrangeiro só se aplica se as mercadorias, máquinas, equipamentos e/ou recursos financeiros forem detidos por pessoas físicas ou jurídicas residentes, domiciliadas ou com sede fora do Brasil”, elucida o advogado. “Por isso, todas as transações de câmbio no Brasil são realizadas em um mercado de câmbio estrangeiro unificado através de instituições financeiras autorizadas e, este mercado de câmbio engloba as seguintes operações: compra e venda de moeda estrangeira, as transferências internacionais de reais, compra e venda de instrumentos de trocas de ouro a capital brasileiro detido no exterior e capitais estrangeiros detidos no Brasil”, detalha Marcelo Guedes Nunes.

Para efeitos de controle e de registro, os investimentos estrangeiros são divididos em duas categorias distintas: (i) investimentos de longo prazo em atividades produtivas no âmbito da Lei 4.131 e (ii) investimentos em portfólio. Os investimentos em atividades produtivas podem ser feitos basicamente de duas maneiras diferentes: (i) através do envio de uma quantia em moeda estrangeira (como contribuição de capital para uma empresa brasileira ou como o preço de compra de ações/quotas existentes) que é vendido no exterior através de um banco autorizado a operar com moeda estrangeira ou (ii) mediante a capitalização de empresas com bens (ou seja, máquinas, equipamentos). “Nos dois casos, o valor da moeda ou o valor desses bens é posteriormente registrado no Banco Central. Os ativos intangíveis, como marcas e patentes podem ser utilizados para a capitalização das empresas, desde que sejam avaliados por especialistas”, detalha.

Outras formas de investimento, que possuem taxações específicas, como o recente aumento de 2% para 4% sobre o IOF, são os investimentos em Ações, Fundos de Renda Fixa, outros fundos, em valores mobiliários ou dos instrumentos financeiros disponíveis para brasileiros residentes no mercado financeiro e no de capitais. Além disso, a Resolução nº 2.689 do CMN (Conselho Monetário Nacional) permite que os investidores domiciliados no exterior invistam em todos os valores mobiliários ou dos instrumentos financeiros disponíveis para residentes brasileiros e também para adquirir o controle acionário de uma companhia aberta.

Apesar de todo esse cenário positivo de investimentos asiáticos na economia brasileira, ainda faltam profissionais da área jurídica que possam orientar as empresas nacionais e chinesas a conduzir todos os contratos oriundos desse mercado em ascensão. Pensando nesse nicho, os advogados da Guedes Nunes, Oliveira e Roquim Sociedade de Advogados (Gnor) saíram à frente e prestam uma ampla consultoria jurídica Empresarial e em Relações Internacionais. Inclusive, os profissionais da Gnor foram em “missão” para Ásia em novembro do ano passado, com objetivo de visitar clientes ativos na área de comércio exterior, infraestrutura e tecnologia na China e na Coréia do Sul e formalizar acordo de parceria com a HeJun Consulting, a mais prestigiada firma de consultoria chinesa, com sede em Beijing, e o Itaim Banco de Negócios – IBN, para assessorar clientes brasileiros com interesses na China e clientes chineses com interesses no Brasil. O encontro, de acordo com Marcelo Guedes Nunes, foi positivo e importante para estreitar os investimentos asiáticos no mercado brasileiro.

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As bolsas de valores da Ásia encerraram em leve alta nesta quarta-feira, impulsionadas por ganhos em Wall Street após o início da temporada de resultados de empresas do fim de 2010.

A bolsa de Tóquio fechou com oscilação positiva de 0,02 por cento, a 10.512,80 pontos, perdendo um pouco dos ganhos depois de ter atingido mais cedo a maior cotação desde 13 de maio de 2010, 10.563,33 pontos.

O mercado japonês avançou com enfraquecimento do iene e após os resultados de companhias norte-americanas como a construtora Lennar e a rede de varejo Sears Holdings.

O índice Nikkei acumula valorização de 15 por cento desde o início de novembro, enquanto o índice Dow Jones mostra valorização de 5 por cento e o europeu FTSEEurofirst 300 exibe ganho de 5,6 por cento.

No restante da Ásia, o índice MSCI que reúne bolsas com exceção do Japão tinha valorização de 1,18 por cento às 7h37 (horário de Brasília), a 480 pontos.

Em Xangai, a bolsa teve alta de 0,62 por cento, Hong Kong apurou ganho de 1,54 por cento e Taiwan teve valorização de 0,38 por cento. A bolsa de Seul encerrou em alta de 0,32 por cento, Cingapura oscilou 0,11 por cento para cima e o mercado em Sydney registrou valorização de 0,29 por cento.

Fonte: Economia&Negócios

Nada melhor do que começar a semana com boas noticías, nesta segunda-feira, o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) fechou em alta de 0,1%, aos 70.127 pontos.

O volume financeiro foi de R$ 4,812 bilhões, resultado da negociação de 7,498 bilhões de títulos em 357.330 operações.

As altas foram lideradas pelas ações ordinárias da B2W Varejo, que subiram 7%.

Já entre as baixas, tiveram destaque as preferenciais da Cesp, que caíram 2,31%.

No mercado de câmbio, o dólar fechou em alta, cotado a R$ 1,686 para a compra e R$ 1,688 para a venda na taxa de câmbio comercial. EFE

(Por Nick Macfie)

Em um dia em que o Japão anunciou plano para comprar eurobonds, o euro chegou a avançar, mas inverteu o movimento e se aproximou do menor nível em quatro meses.

Todos os olhos estão sobre Lisboa e a capacidade de Portugal de levantar recursos nos mercados de dívida na quarta-feira, o primeiro leilão de bônus do ano, ou se os custos em disparada vão forçar o país a buscar ajuda no Fundo Monetário Internacional e União Europeia.

O Japão não revelou a divisão de moedas de suas reservas de 1 trilhão de dólares e analistas acreditam que apenas uma pequena porção do total é em euro.

A bolsa de Tóquio recuou 0,29%, a 10.510 pontos. Investidores demonstraram preocupação com a situação da zona do euro e fraqueza em Wall Street depois que o mercado atingiu maior nível em oito meses na sexta-feira.

Enquanto isso, o índice MSCI que reúne bolsas da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão mostrava alta ligeira de 0,2%, a 474,30 pontos.

Portugal é considerdao por muitos nos mercados como o próximo país na série de nações da zona do euro com necessidade de ajuda financeira depois da Grécia e da Irlanda, mas o governo de Lisboa tem repetidamente negado que buscará ajuda externa.

Na segunda-feira, o Banco Central Europeu comprou alguns dos bônus de Portugal, disseram operadores.

A bolsa de Xangai subiu 0,44%, Hong Kong teve ganho de 0,99% e Seul avançou ligeiros de 0,36%. Em Taiwan, o mercado teve valorização de 1,3%, Cingapura fechou em alta de 0,38% e Sydney encerrou com oscilação negativa de 0,03%.

Fonte: Estadão

O HSBC Securities está recomendando investimento no mercado de seguros do Brasil. Segundo a corretora, uma das alternativas mais atrativas é a compra de ações da Brasil Insurance, conglomerado que reúne 27 corretoras de seguros brasileiras. O HSBC classifica de muito positiva a posição do grupo e estima retorno potencial de 30%. As ações começaram a ser negociadas em 30 de outubro a R$ 1,350 e fecharam o ano a R$ 1,980.

De acordo com os analistas, investir na corretora é um meio atrativo de se apostar no crescimento do setor de seguros no Brasil, que seguirá a reboque de fatores estruturais e econômicos favoráveis, sem a necessidade de enfrentar os riscos de subscrição assumidos pelas seguradoras.

O relatório informa ainda que a Brasil Insurance deve gozar de uma vantagem por seu pioneirismo, pois adquire e consolida corretoras, em um mercado altamente fragmentado no Brasil. Uma parte substancial dos recursos de sua recente IPO, juntamente com altas taxas de geração de caixa, será usada para financiar aquisições nos próximos três anos.[2]

Após esse período, a expectativa do HSBC é de que haja desaceleração do ritmo de compras, na medida em que a empresa mudar seu foco para o aumento na distribuição de caixa, por meio de um alto índice de distribuição de dividendos, considerando as necessidades limitadas de capital.

HONG KONG – As bolsas de valores da Ásia exibiram queda nesta segunda-feira, 10, com volumes reduzidos diante de feriado no Japão e temores de que Portugal possa ter de buscar auxílio econômico.

Portugal, que deve vender € 1,25 bilhão em dívida na quarta-feira, deverá pagar um preço elevado para acessar os mercados de capitais. Espanha e Itália também estão indo ao mercado no que é considerado o primeiro teste no ano da capacidade dos membros da zona do euro em financiar seus grandes estoques de dívida a um custo sustentável.

Uma fonte importante da zona do euro afirmou à Reuters no domingo que a pressão da França e da Alemanha está crescendo para que Portugal busque ajuda junto à União Europeia e Fundo Monetário Internacional e interrompa o contágio da crise de dívida do bloco de países.

O euro caiu a níveis não vistos desde meados de setembro, recuando a até US$ 1,286. Às 7h15 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne bolsas da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão exibia queda de 0,86%, a 473,30 pontos.

Apesar da baixa, ações de companhias petrolíferas avançaram com a alta no preço do petróleo.

A volatilidade seguiu crescendo em alguns mercados asiáticos com histórico de vulnerabilidade à inflação, como a Indonésia, bolsa asiática de melhor performance em 2010.

A bolsa de Jacarta recuou 5%, conforme investidores internacionais continuaram vendendo ações de bancos com receios de que o banco central do país está atrás da curva de inflação e provavelmente terá de recuperar terreno.

“Creio que alguns investidores internacionais não estão muito confortáveis com o banco central não elevando juros, apesar da inflação elevada”, disse Ferry Wong, da Macquarie Securities, em Jacarta.

A bolsa de Xangai caiu 1,66%, Hong Kong perdeu 0,67%, e Taiwan teve valorização ligeira de 0,40%. Em Seul, a bolsa caiu 0,26%, Cingapura teve baixa de 0,98% e Sydney exibiu alta de 0,15%.

Fonte: ECONOMIA&NEGÓCIOS

A incerteza e algum optimismo andarão de mãos dadas em 2011. Conheça os principais desafios que estão reservados para os seus investimentos.

O optimismo parece estar de volta aos mercados. Depois de, em 2010, as acções mundiais terem subido, em média, 9%, e a economia mundial crescido 4,8%, os especialistas apostam que 2011 será mais um ano de fortes ganhos nas praças financeiras e na economia real.

Segundo as últimas estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI), a economia mundial deverá crescer no próximo ano 4,2% e apresentar um superávite orçamental de 0,5% do PIB. Nas contas dos analistas, as acções mundiais deverão seguir no mesmo sentido e valorizar 10%, a volatilidade do mercado accionista continuará longe dos máximos de 2008, e os economistas da maioria das casas de investimento não acreditam que o Banco Central Europeu e a Reserva Federal norte-americana (Fed) alterem a taxa de referência das suas moedas nos próximos 12 meses.

Estas são as boas notícias. As más é que o sistema bancário continua frágil e com dificuldades em obter financiamento nos mercados, a ocorrência de uma segunda recessão mundial continua a ser uma possibilidade bem real, a crise da dívida soberana na zona euro ainda não terminou e a taxa de desemprego nas maiores economias mundiais dificilmente registará um decréscimo significativo.

Por todos estes motivos pode assemelhar-se 2011 a um verdadeiro jogo de xadrez, em que qualquer movimento de um simples “peão” facilmente poderá abrir caminho a um morteiro “xeque-mate” na carteira e nos bolsos dos investidores.

Motor do crescimento
De acordo com os ‘outlooks’ desenhados para este ano por parte de dez casas de investimento a que o Económico teve acesso, os mercados emergentes serão novamente os principais catalisadores do crescimento global. William De Vijlder, responsável pelo departamento de investimentos do BNP Paribas Investment Partners, é um dos especialistas que defende esta ideia. No documento com as perspectivas económicas para 2011 do banco francês, Vijleder refere que “o crescimento económico mundial continuará a divergir em 2011 e muitas economias emergentes deverão prosperar ainda mais em comparação com as economias desenvolvidas.” O Bank of America Merril Lynch partilha da mesma ideia, perspectivando um crescimento sólido para este ano nas economias emergentes “mas não tão forte como o registado este ano, por as importações aumentarem mais depressa que as exportações”. Mesmo assim, o consenso do mercado estima uma taxa de crescimento do PIB dos emergentes de 6% e uma inflação anual de 5,4%, “que será controlada pelos bancos centrais através da subida das taxas de juro e da acumulação de reservas internacionais superiores a 590 mil milhões de dólares”, refere Alberto Ades, do Bank of America Merril Lynch.

Para a generalidade dos especialistas, as “jóias da coroa” em 2011 no bloco dos emergentes serão a China e o Brasil. Segundo as estimativas do FMI, a economia do Império do Meio deverá crescer 9,6% e o país de Dilma Rousseff 4,1%. No mercado accionista, os analistas aguardam por uma valorização de 23% das acções presentes no principal índice chinês e a que os investidores estrangeiros têm acesso, e de 33% no caso do índice brasileiro. Já o Barclays Capital não tem dúvidas em perspectivar um desempenho da generalidade das acções dos emergentes superior à das obrigações.

Europa em apuros
Em Novembro, Keith Wade e Azad Zangana, economista-chefe e economista para a Europa, respectivamente, da Schroders, escreveram que “a austeridade será o tema central de 2011 e facilmente tomará o papel principal como principal barreira ao crescimento global.” Não será difícil de antever que a zona euro será o local onde esta realidade será mais evidente, dado o estado débil das contas públicas de alguns dos seus Estados-membros, como é o caso de Grécia, Portugal, Espanha e Itália, os países do espaço do euro que menos crescerão em 2011, segundo as projecções do FMI.

Os analistas do Citi, tal como muitos outros, vaticinam mesmo que “Portugal venha a recorrer à ajuda do Fundo de Estabilidade Financeira Europeu em breve” e que o ‘bailout’ da Irlanda “apenas comprou algum tempo mas não resolveu os problemas fundamentais de solvência do país”, escreve Willem Buiter, economista-chefe do Citi, no ‘outlook’ para 2011 do banco norte-americano. Contudo, não significa que não haja boas oportunidades no Velho Continente. Sam Morse, da Fidelity, refere que “a Europa continua a ser rica em ideias baseadas numa estratégia de ‘stock-picking’, independentemente do ritmo da recuperação económica da região em relação a outras partes do mundo”. Para Morse, as apostas europeias mais atractivas estão, sobretudo, na Alemanha por “ser o primeiro beneficiário do forte crescimento nos mercados emergentes e da política do BCE focada ‘numa medida encaixa a todos’”.

Tio Sam com força para surpreender
Nos EUA, a história parece poder vir a desenrolar-se de maneira diferente, pelo menos a contar com as estimativas da maioria dos analistas. A começar por Wade e Zangana que, apesar de esperarem uma contínua recuperação da economia global, perspectivam “uma recuperação especial dos EUA, que tem sido impulsionado por fortes lucros e balanços saudáveis do sector empresarial.”

No ‘outlook’ para 2011 e 2012 do Goldman Sachs, a equipa de analistas liderada por Dominic Wilson refere que espera “uma aceleração substancial do PIB real nos próximos dois anos a um ritmo de 4% até meados de 2012″ e aponta uma valorização média das acções dos bancos norte-americanos superior a 25%, como resultado “da melhoria das perspectivas da economia dos EUA, do fortalecimento do crescimento dos empréstimos e da quebra das perdas do crédito.” A generalidade dos especialistas acredita que a maior economia do mundo deverá surpreender este ano pela positiva, apesar de continuar a haver algumas reservas, no longo prazo, em relação “aos níveis de endividamento do governo e dos consumidores e à possibilidade de haver lugar a um aumento de impostos”, como salienta Adrian Brass, responsável pelo departamento de acções norte-americanas da Fidelity.

Fonte: Económico

A Bolsa de Lisboa abriu a subir acompanhando a tendência dos restantes mercados da Europa. O PSI-20 (índice das maiores empresas cotadas) arrancou para valores positivos, animado pela valorização da PT em 1% e pela Jerónimo Martins (JM) com subida de 0.34%.

Na primeira hora de compra e venda de títulos, Lisboa registava a subida de 12 empresas, 7 acções estavam em queda e uma permanceia inalterada.

O clima é de expectativa nos mercados europeus perante a revelação aguardada para hoje de importantes indicadores económicos dos Estados Unidos.

Em sentido inverso à PT e à JM (proprietária do Pingo Doce), o Banco Comercial perdia 0,7% e o Espírito Santo 0,54%.

Fonte: CM Jornal

O volume financeiro da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registrou em 2010 um recorde anual de R$ 1,6 trilhão, anunciou nesta quinta-feira a entidade.

A marca histórica superou a marca de R$ 1,37 trilhão de 2008, segundo o relatório da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa).

O valor de mercado das empresas que integram a bolsa e a média diária de negócios também bateu recorde.

O total de negócios totalizou 106,4 milhões de operações, que superaram as 81,7 milhões de transações em 2009.

Por títulos, as ações com maior giro financeiro foram as preferenciais da mineradora Vale (R$ 185,8 bilhões), seguidas pelas também preferenciais da Petrobras (R$ 160,52 bilhões).

No terceiro lugar, apareceram os papéis ordinários da petrolífera OGX (R$ 70,59 bilhões), do bilionário Eike Batista.

O valor de mercado das 381 empresas com ações negociadas na bolsa foi de R$ 2,56 trilhões, número que superou o recorde estabelecido por 404 empresas em 2007 – R$ 2,47 trilhões.

No ano passado, os investimentos estrangeiros em ações na Bovespa chegaram a R$ 47,381 bilhões. EFE

Fonte: Yahoo