Especialistas enumeram os vícios mais comuns dos investidores, especialmente dos novatos

Bruna Bessi, iG São Paulo

Para investir na bolsa de valores, tão importante quanto ter recursos disponíveis e conhecimentos sobre o mercado são a habilidade e o autocontrole. Nem todos os investidores, no entanto, se mantêm tranquilos durante os períodos de instabilidade, fenômeno ainda mais comum entre os iniciantes. Assim, eles se desfazem das ações sem pensar, o que caracteriza a precipitação, uma dos pecados mais comuns entre os investidores, segundo consultores.

Antes de começar os negócios com ações é preciso que o investidor defina seu perfil, considere sua realidade financeira para não cometer excessos e estabeleça um tempo limite para cada operação, já que existem modelos para curto, médio e longo prazo. Esse planejamento prévio ajudar a evitar os pecados dos investidores. “Pensar se resiste a momentos de pressão ou controla freneticamente o movimento do mercado pode ajudar a definir o perfil”, diz Rodrigo Puga, diretor da Corretora Spinelli.

Outro ponto relevante para os iniciantes é identificar, conforme as expectativas, o impacto das ações sobre suas finanças. “Nós precisamos usar mais o racional. Possuímos a tendência de comprar quando está caro e vender barato, já que o emocional atrapalha muito”, diz Leandro Martins, economista com MBA em Economia e Finanças pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Veja os pecados mais comuns entre os investidores de primeira viagem, segundo especialistas:

1. Ansiedade: muitas vezes a ansiedade para obter um retorno imediato do investimento e o medo de perder o capital empregado fazem com que o investidor venda suas ações antes da hora e fracasse. O ideal, no início, é fazer simulações prévias em planilhas fictícias e aplicar moderadamente. Além disso, é importante perder no começo para identificar a realidade do processo.

2. Prepotência: é comum que após os primeiros ganhos o investidor pense que já sabe tudo sobre bolsa de valores, mas isso é um engano e pode fazer com que percam muito dinheiro. Achar que sabe tudo não é a melhor opção.

3. Impaciência: apesar das análises e da ajuda dos consultores, ninguém tem certeza absoluta de qual ação subirá. Por isso, muita calma.

4. Indisciplina: quando o investidor não estabelece limites em suas operações pode ter prejuízo, já que as saídas estratégicas aumentam os lucros. Por isso, devem ser estabelecidos quais serão os momentos de compra e venda das ações.

5. Instabilidade: modificar constantemente a forma de realizar as transações faz com que o investidor tenha prejuízos na análise das tendências.

6. Indecisão: muitas vezes, indeciso, o investidores se cerca de uma quantidade gigantesta de dados, relatórios e notícias, que acabam, em vez de ajudando, co diversas confundem o investidor ao invés de ajudá-lo.

7. Insegurança: independentemente da maior quantidade de notícias ruins sobre o investimento realizado, o investidor busca apoio em uma boa e mantém sua aplicação, ignorando a realidade do momento.

8. Gula: o investidor é atraído pela euforia do mercado e não percebe que, em muitos casos, o momento já é de reversão.

9. Precipitação: diante de uma situação de crise, é comum que o investidor iniciante se deixe contagiar pelo pânico estabelecido, não resista até uma possível melhora – ainda que em longo prazo – e venda suas ações.

10. Ganância: ao investir em ativos mais arriscados ou apelar a operações alavancadas (com empréstimo), o investidor opera mais do que realmente tem – e então, se as ações despencarem, haverá o risco de ele ficar devendo à corretora.

11. Inconstância: é preciso ter cuidado com o “espírito de manada”. Nem sempre a opção escolhida por todos é a melhor.

12. Negligência: é preciso definir objetivos a curto, médio e longo prazos e reinvistir o capital conseguido nas operações, mas não se pode esquecer de monitorar os investimentos.

Fonte: iG

Você sabe o que faz um Agente Autônomo de Investimentos? O profissional, devidamente credenciado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), auxilia na administração de seus investimentos ao trabalhar na distribuição de valores mobiliários aplicados a uma corretora.
O agente autônomo é quem monitora a rentabilidade das aplicações financeiras e sugere quais os melhores investimentos para o seu perfil de investidor, a fim de potencializar seus investimentos. Com o auxílio do profissional, o investidor terá um acompanhamento personalizado, na qual o agente autônomo te dará todo suporte necessário em relação aos seus investimentos, além de oferecer os melhores produtos e oportunidades para multiplicar sua poupança.
A atividade do profissional exige uma qualificação, que é feita pela ANCOR junto com a CVM, através de um exame. Todo profissional deve ser aprovado na prova para exercer a função e nela, não está autorizada a gestão de carteira, ou seja, o agente autônomo não é autorizado a gerir as aplicações financeiras do investidor, e sim, a auxiliá-lo e fazer recomendações sobre os melhores investimentos no mercado.
Para saber mais sobre a atividade do Agente Autônomo de Investimento, veja a entrevista com o consultor financeiro Mauro Calil, concedida ao Canal EXAME:

Fonte: Portal EXAME

Vinicius Baccili

Corretoras avaliam positivamente parceria entre Redecard e CUP
Ágora e Ativa avaliaram parcerias anunciadas na última terça-feira (28) entre Itaú Unibanco (ITUB3, ITUB4) e Redecard (RDCD3) com a China UnionPay (CUP), destacando que o acordo para é marginalmente positivo para a operadora de cartões.

Com sobras de Petro, iCash sugere complemento com Vale, Hering e Lojas Renner
“O que fazer com os valores que ficaram de fora?”. Esta é a pergunta que a iCash se propõe a responder diante do rateio de 45,77% para o investidor de varejo na oferta de ações da Petrobras (PETR3, PETR4), patamar que resultou em quantidade menor de papéis do que a procura.

SLC Agrícola vende quase 15 mil hectares de terras por R$ 27 milhões
A SLC Agricola S.A. (Bovespa: SLCE3; Bloomberg: SLCE3:BZ; Reuters: SLCE3.SA),uma das maiores proprietarias de terras do Brasil e uma das maiores produtoras agricolas brasileiras em termos de area cultivada de algodao, soja e milho, em cumprimento ao paragrafo 4 do artigo 157 da Lei n 6.404/76 e ao disposto na Instrucao CVM n 358/02, comunica a seus acionistas e ao mercado em geral que: Celebrou Contrato Particular de Compromisso de Compra e Venda de Imovel Rural,firmado em 24 de Setembro de 2010, atraves do qual vendeu area de 14.625 hectares (Fazenda Palmeira) localizada no municipio de Buriti, MA, pelo valor de R$ 27.160.000,00, ou R$ 1.857 por hectare.

A busca por maior transparência entre os BCs, no mundo e no Brasil
Em poucos momentos da história financeira global os bancos centrais assumiram um papel tão intenso e decisivo nos mercados quanto na última crise, cujos efeitos ainda se fazem sentir. Resgates bilionários, pacotes de estímulos, aquisição de ativos podres, mudanças drásticas nos juros: essas foram apenas algumas das medidas tomadas pelo Federal Reserve, BCE (Banco Central Europeu), entre outros.

BofA lista 5 razões para acreditar que ação da Hypermarcas seguirá em alta
De uns tempos pra cá, as ações da Hypermarcas (HYPE3) passaram de um impressionante rali para um movimento de estabilidade: após subirem 200% em 2009 e acumularem de mais alta de 25% nos primeiros 5 meses de 2010, os papéis da companhia passaram a ser negociados dentro das bandas de R$ 22 e R$ 23,50, permanecendo nessa zona desde julho até o começo de setembro.

Empresas vão investir R$ 27 bilhões em produção de energia
Grandes consumidores e autoprodutores de energia, como Vale, CSN, Gerdau, Votorantim, Alcoa e Camargo Corrêa, vão investir, juntos, R$ 27,3 bilhões na construção de usinas até 2020.

Embratel adia novamente a oferta da Net; data é remarcada para 7 de outubro
A Embratel, controlada indiretamente pela mexicana América Móvil, anunciou nesta terça-feira (28) o adiamento da OPA (Oferta Pública de Aquisição) das ações preferenciais da Net para 7 de outubro.

Ouro atinge cotação recorde frente ao dólar
O ouro à vista atingiu o recorde de US$ 1.313,45 por onça-troy durante a madrugada, beneficiado pelo enfraquecimento do dólar. A prata à vista também avançou e atingiu uma nova máxima em 30 anos, sendo brevemente cotada acima de US$ 22 por onça-troy.

Investidor de olho no fluxo cambial
O Banco Central divulga o resultado do fluxo cambial até o dia 24. No período até o dia 17, o movimento de entrada e saída de dólares do País ficou positivo US$ 11,135 bilhões.

Surge um mercado bilionário
Esta é a melhor fase do setor de seguros no Brasil. As companhias se preparam para dar um salto garantindo obras gigantescas, como as da Copa e do PAC, e atraindo milhões de brasileiros que nunca tiveram seguro.

 

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O mercado de ações brasileiro é uma alternativa de investimento que está cada vez mais ganhando espaço na mente do investidor. O controle da inflação, além da popularização dos sistemas eletrônicos de home broker são fatores que contribuíram para a expansão do mercado, assim como o trabalho de corretoras, bancos e até mesmo da BM&FBovespa em desmistificar alguns mitos da Bolsa de Valores, o que contribuiu para atrair investidores  e expandir o número de pessoas físicas investindo em renda variável.
Com uma valorização no aspecto educacional, a EnsinaInvest tem como principal enfoque o preparo dos investidores para que esses operem com autonomia, segurança e disciplina, por meio de cursos especializados de qualidade e um método focado na análise técnica.
Tentar “prever o futuro” geralmente é o maior erro de investidores iniciantes na bolsa ou até traders que já têm alguma experiência. A Bolsa de Valores não é um cassino em que o investidor aposta em dados e torce para que dê o resultado esperado. Para obter sucesso no mercado de ações é necessário traçar estratégias e elaborar algum esquema de controle de risco.
Com uma metodologia de ensino exclusiva, a EnsinaInvest procura trabalhar a limitação estatística do risco assumido, reduzindo as percas e consequentemente, potencializando os investimentos. Tudo isso apresentado de forma didática e progressiva aos investidores.
Dessa maneira, o investidor pode traçar seus objetivos de curto e longo prazos de modo consistente e, haja vista, mais consciente, ao reduzir seus riscos, se livrar de anos de poupança e atingir uma efetiva segurança financeira.

Conheça os cursos da EnsinaInvest e potencialize seus investimento!

Vinicius Baccili

Renda fixa versus Renda Variável

às 02/09/2010, em Mercado Financeiro, por EnsinaInvest
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Você possui um capital reserva e quer escolher a melhor maneira de aproveitar suas economias? Para isso, existe a possibilidade tanto de investir em renda fixa, como a poupança, que é um rendimento seguro, porém pouco rentável, quanto aplicar seus investimentos em renda variável.
Como o próprio nome diz, a renda variável, que pode ser investimentos em ações por meio da Bolsa de Valores, não te dá garantia de um rendimento fixo na hora do regaste. Por ser um investimento menos seguro e de maior risco, os ganhos podem ser muito maiores do que os da renda fixa.
Para investir na Bolsa de Valores, é importante conhecer o risco proveniente da renda variável e procurar obter o máximo de conhecimento do assunto. Visando a educação financeira de investidores e interessados em se inserir no mercado de ações, a EnsinaInvest  oferece cursos e treinamentos especializados para que você possa potencializar seus investimentos e maximizar seus lucros!
Com bom rendimento em longo prazo, a renda variável ultrapassa, e muito, a renda fixa. Para se ter uma idéia, desde julho de 2005 até este ano, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) se valorizou em 159%.
O investidor que optar pela renda fixa, por ser mais segura e ter uma remuneração mínima pode estar perdendo uma boa oportunidade!

Vinicius Baccili

 

São Paulo – Entusiasmados com a possibilidade de valorização das ações, muita gente se esquece que é possível levar um bom retorno para casa apenas com os dividendos. Como o investidor se torna acionista de uma empresa ao comprar os papéis que ela emite, nada mais natural que ele receba uma fatia do lucro embolsado por essa companhia a título de dividendos e juros sobre o capital próprio.

Essa distribuição de proventos independe da oscilação de preços e garante, no longo prazo, que o patrimônio aplicado aumente de forma considerável. O consultor financeiro Mauro Calil explica quando os dividendos superam a rentabilidade da tradicional caderneta de poupança, desconsiderando o ganho adicional que o investidor terá com a subida destes mesmos papéis. Conheça a estratégia no vídeo a seguir.

Fonte: Portal Exame

Hoje será realizada nossa Palestra Gratuita sobre ‘Como Investir na Bolsa’

A palestra terá como objetivo apresentar o cenário de oportunidades que o mercado financeiro proporciona a investidores, traders e profissionais do sistema financeiro.

O palestrante – André Neves, é analista e consultor de valores mobiliários credenciado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), e sócio-fundador da EnsinaInvest –  esclarecerá as dúvidas mais freqüentes e apresentará o programa de cursos da EnsinaInvest a fim de que cada participante possa estabelecer o processo de aprendizagem que melhor lhe convier, seja para aprender como investir dinheiro na Bolsa de Valores ou obter noções de estratégias e táticas avançadas.

A palestra é totalmente ao vivo e online, num ambiente virtual, participativo e amigável. O software utilizado permite a total interação entre o instrutor e o aluno. Os alunos irão visualizar, em tempo real, a tela do instrutor, com os slides, enquanto ouvem suas explicações e  podem, a qualquer momento, interromper e fazer perguntas ou comentários via chat ou via voz (para aqueles que possuírem headset com microfone).

Aproveite essa oportunidade e faça agora a sua Matrícula!

Nunca a Bolsa de Valores de São Paulo abriu tantas contas pessoa física. Isso é fato! Mas quais são os fatores que estão levando a Bovespa a registrar o crescimento no número de investidores?
Só no mês de julho, 42.308 contas de pessoas físicas foram abertas, número que alcançou recorde histórico, já que o número de investidores passou de 556.044 para 598.352. Esse aumento no número de contas ativas se deve a alguns fatores, como a melhora e estabilidade no mercado no mês passado e também à oferta pública oferecida pelo Banco do Brasil.
No IPO do BB, cerca de 103.471 pessoas físicas participaram da operação. Embora o lançamento das ações do Banco do Brasil tenha sido um importante fator para o aumento de investidores, o investimento da Bovespa para a expansão dos números de negociantes está gerando resultados.
Ajudada pela arrancada da bolsa a partir da segunda quinzena de julho, a Bovespa pretende atrair 4,5 milhões de investidores até 2015, o que geraria um aumento de 809%. Além da entrada de mais 200 empresas no mercado de renda variável e a aposta na difusão da educação financeira, por meio de cursos especializados como os da EnsinaInvest, a Bolsa de Valores de São Paulo aponta a realização da Copa do Mundo (2014) e das Olimpíadas (2006) como potenciliadores do número de investidores.

Vinicius Baccili

 

Nos eventuais dias de hoje, em que vivemos num “mar” de impostos e onde a inflação não para de crescer, é de fundamental importância ter uma consciência financeira, principalmente os jovens que estão adentrando no mercado de trabalho. Abaixo, baseado na lista elaborada pela professora Mary Morrison, da Univesidade de Stanford, damos 10 dicas que toda pessoa deve saber sobre dinheiro:

  1. Não escolha algum emprego baseado no salário: primeiro, um salário X em São Paulo, não é a mesma quantia em uma cidade do interior por exemplo. Isso devido a vários fatores, como qualidade de vida, bem estar, entre outros. Você deve avaliar como se realizaria profissionalmente e qual sua perspectiva de crescimento na empresa.
  2. Saiba quanto terá que desembolsar para começar a vida: ao conseguir o primeiro emprego, ou ter que mudar de cidade para um novo trabalho, você terá gastos. Seja com o aluguel de um novo apartamento, serviços de transporte, alimentação, dentre outras despesas fundamentais, você deve se lembrar que levará no mínimo quatro semanas para colocar as mãos no primeiro salário, portanto, esteja preparado.
  3. Conheça o seu salário líquido – ele não é tão alto quanto pensa: saiba quanto do seu salário é descontado do imposto de renda. Saiba seus limites e gastos reais. Salário e dinheiro, definitivamente, não são a mesma coisa!
  4. Seja realista com suas despesas: você não está mais na faculdade, tem um emprego e procura a independência financeira de seus pais, portanto, seja realista e calcule todos os seus gastos e veja o que realmente o dinheiro pode comprar.
  5. Entenda o fluxo de caixa: além de saber quanto você vai receber, também é importante saber quando e conciliar com as datas de suas contas a pagar.
  6. Mantenha uma reserva de caixa: imprevistos acontecem e vão acontecer. Esteja preparado, emocional e financeiramente.
  7. Nunca use o cartão de crédito, apenas o de débito: faça disso uma lei!
  8. Sempre firme um contrato: se proteja, nunca confie em acordos firmados informalmente. Eventualmente alguém pode lhe passar a perna.
  9. Nunca é cedo para pensar na aposentadoria: mesmo sua contribuição sendo modesta no início, ela fará uma grande diferença lá na frente, podendo te ajudar em uma eventual necessidade mais tarde.
  10. Não tenha medo de investir: investir em poupança é um investimento de risco, pois você está apostando que não haverá inflação. Tenha outras aplicações, diversifique sua carteira de investimentos.

Fonte: Portal Exame

Vinicius Baccili

 

Na Bolsa de Valores, dividendo é o nome dado ao lucro das empresas de capital aberto distribuídos entre seus acionistas. O valor do lucro distribuído pelas empresas no Brasil é de pelo menos 25%, exigido por lei. Porém, essa parcela costuma ficar acima do exigido.
O pagamento dos dividendos pode ser mensal, trimestral, semestral ou anual, dependendo da empresa. A distribuição desse rendimento se dá por meio do crédito diretamente na conta do cliente, ou incluindo o pagamento no valor das cotas dos fundos de investimentos.
Ao receber o dividendo na sua conta, o investidor possui vantagem fiscal, já que o rendimento é isento de imposto de renda para pessoas físicas, pois a empresa já quitou os impostos antes de distribuir o lucro. Ao incluir o pagamento nas cotas dos fundos, o dividendo estará sujeito à tributação de 15%, incidente nos resgates das carteiras.
Sucesso entre os investidores, principalmente entre os mais conservadores, os dividendos proporcionam um rendimento relativamente garantido para quem aplica em ações.

Vinicius Baccili