Quando falamos em investimentos, logo pensamos em abrir uma poupança, pois dizem ser o investimento mais seguro e rentável disponível.

Será?

A poupança, pelo contrário do que muitos dizem, é o investimento que menos rende. Tanto os investimentos em juros quanto a Bolsa de Valores, costumam render cerca de 10% acima da inflação. Já a poupança, mal consegue render acima da inflação.

Segundo o analista Raphael Cordeiro, considerando que a poupança ganhe 7% ao ano, o rendimento em cima de R$ 10 mil, será de R$ 700.

Se o investidor aplicar esses R$ 10 mil em um CDB (Certificado de Depósito Bancário) que renda 85% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), e o CDI estiver rendendo 8,5%, já deduzindo o Imposto de Renda, o investidor vai receber aproximadamente R$ 20 a mais que a poupança.

E agora, por qual optar?

Independente qual for sua escolha, convenhamos que a melhor forma de aprender a investir em ações ou aplicar seu dinheiro, é com profissionais e empresas qualificadas.

#FicaDica

Por Carlos Martins

Quando pensamos em investir na bolsa, muitas incertezas começam a aparecer na nossa cabeça. Posso perder dinheiro? Posso ficar rico? Preciso aprender finanças?

Esqueça todas estas dúvidas, a única coisa que você precisa saber para investir em ações é como o mercado acionário funciona. Ele tem as suas particularidades, mas não é difícil de ser entendido. Vou agora explicar um pouco sobre como funciona e as opções que o investidor tem, dependendo do seu perfil.

Na bolsa são negociados ações de empresas e outros ativos relacionados a estas ações, como opções de compra, bônus de subscrição, contratos futuros etc. No início de seu aprendizado esqueça tudo o que não for uma simples ação de empresa, vamos focar nelas e, com o tempo, os outros ativos naturalmente farão parte da sua rotina.

Quando compramos uma ação na bolsa, não estamos comprando uma mercadoria, muito embora a operação seja semelhante. Estamos comprando participação no capital de uma empresa, participação esta que também nos dá direitos, como dividendos e juros sobre capital próprio. Comprar uma ação é, portanto, comprar patrimônio, da mesma forma que um terreno ou uma casa, mas com a principal diferença que as ações rendem dinheiro para os seus donos quando as empresas vão bem, e pelo menos não dão nenhuma despesa se a empresa estiver indo mal (tendo prejuízos), ao contrário de uma casa que dá despesas e paga impostos mensalmente.

Notem que não estamos falando nada sobre vender ações ou de especular na bolsa, falamos de patrimônio, ou seja, poupança. Uma poupança que, além de render dinheiro todo ano, ainda se valoriza ao longo dos anos, tudo depende de escolher uma boa empresa na hora de comprar suas ações. Como poupança é para longo prazo, então uma pessoa com perfil conservador não precisa se preocupar em vender as ações, basta comprá-las regularmente no mercado para formar patrimônio, com a única preocupação de escolher a ação de uma empresa que pague bastante dividendos, na base de 10% ao ano.

Se o seu perfil não é conservador e nem poupador, é um pouco mais agressivo, que aceita correr riscos e quer recompensas maiores, você está pronto para começar a especular na bolsa. Todos os dias milhares de pessoas compram e vendem ações na bolsa pelos mais diversos motivos, mas o principal deles é a especulação. Mas você sabe o que é a especulação?

Quando eu compro alguma coisa já pensando no momento em que eu vou vendê-la, projetando um lucro esperado, eu estou especulando. Especulo que conseguirei vender por um preço mais alto do que paguei. Quando uma pessoa faz isso isoladamente, é chute, quando fazemos todos juntos comprando e vendendo as mesmas ações, é bolsa. Analisando os últimos negócios fechados e a sua tendência, de alta ou de baixa, definimos se os outros investidores estão mais propensos a comprar ou a vender, e com base nisso decidimos se compramos ou vendemos uma ação. Este tipo de análise é conhecida como Análise Técnica, ou Análise Gráfica, pois é comum traçarmos um gráfico com o histórico de cotações para nos auxiliar na tomada de decisão.

Se a sua decisão de comprar e vender estiver correta, você vai ter lucro, se estiver errada, vai ter prejuízo. Como no início não temos certeza se estamos analisando corretamente, então podemos recorrer a um auxílio impessoal. Softwares. Programas de computador especializados e análise de ações, que fazem análises de várias ações sozinhos e te mostram o resultado, cabendo a você apenas escolher qual a ação que mais lhe agrada. Esses programas são pagos, porém o seu valor é relativamente baixo e acessível a todos os públicos.

Já o melhor jeito de começar é mesmo fazendo cursos sobre o tema e acessando o site da BMF&BOVESPA, lá o investidor iniciante consegue localizar as corretoras, as empresas com ações negociadas na bolsa e diversas outras informações. Depois disso só é preciso um pouco de empenho e vontade de operar, e boa sorte!

Fonte: Incorporativa

Uma das opções que a Bolsa de Valores oferece para os pequenos investidores são os fundos de índices, conhecidos como ETFs (Exchange Trading Funds, na sigla em inglês). Com pouco recurso, é possível comprar lotes desses valores mobiliários e aproveitar a média da valorização de um grupo de papéis. De acordo com a BM&FBovespa (Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo), este mercado cresceu 52,8% em 2010, tendo em vista que o volume negociado atingiu R$ 6,99 bilhões.

Com R$ 200, por exemplo, é possível entrar nesta modalidade de investimento. Existem sete ETFs disponíveis na Bolsa de São Paulo. Todos eles têm valorizações atreladas a sete índices de carteiras teóricas, que são indicadores cujo objetivo é mostrar a média da variação de um grupo de ações de várias empresas.

Segundo o diretor de renda variável da BM&FBovespa, Julio Carlos Ziegelmann, o processo para investir em uma ETF é igual ao de uma ação. O investidor faz cadastro em corretora de valores pelo site da mesma. Depois disso, realiza as operações de compra e venda.

“E as taxas de administração dos sete fundos não ultrapassam os 0,69% ao ano sobre o valor aplicado”, afirmou Ziegelmann. O investiro também terá que pagar a taxa de corretagem, que é definida de corretora para corretora. E pagará imposto de renda sobre o lucro do ativo.

Os lotes mínimos que os investidores podem adquirir são de dez cotas de ETFs. Como os valores oscilam, pois são negociados diariamente, ontem os preços variavam de R$ 20 a R$ 96 por cota. Portanto, quem teve interesse de adquirir estes ativos pagou, no mínimo, entre R$ 200 e R$ 1.000.

O Ibovespa, por exemplo, é um índice formado com 69 papéis diferentes de 64 empresas. E estes ativos são escolhidos de quatro em quatro meses, tendo em vista que são os de maior liquidez na Bolsa de Valores, representando 80% das negociações do mercado. E o ETF que segue este indicador é o Ibovespa Fundo de Índice, denominado, na Bolsa, de Bova11.

Desde a criação do Bova11 em novembro de 2008, seu rendimento atingiu 87,24%. Na ponta do lápis, quem aplicou R$ 5.000 no ETF em sua criação, hoje teria cerca de R$ 9.300. A caderneta de poupança, por exemplo, apresentou retorno aproximado a 12% no mesmo período, e os mesmos R$ 5.000 somariam, hoje, R$ 5.600.

Mas como toda aplicação de risco, os ETFs podem apresentar quedas a qualquer momento. O Bova11 caiu 0,62% ontem, e sua valorização em 12 meses foi de 0,75%.

Este mercado está em plena expansão. Nos Estados Unidos, onde o mercado de renda variável é desenvolvido, existem 1.200 ETFs somente na Bolsa de Nova York, a Nyse (New York Stock Exchange, na sigla em inglês). E o volume financeiro, registrado em 2009, atingiu US$ 5,5 trilhões.

Apenas duas empresas fazem a gestão do dinheiro

Os fundos de índice são reservas de dinheiro cujos administradores são especialistas em fazer o montante aumentar. E os sete ETFs negociados na BM&FBovespa são geridos por apenas duas empresas, a BlackRock Brasil e o Banco Itaú.

A BlackRock Brasil administra seis ETFs: Índice BM&FBovespa de Consumo Fundo de Índice, Índice BM&FBovespa Imobiliário Fundo de Índice, BM&FBovespa MidLarge Cap Fundo de Índice, BM&FBovespa Small Cap Fundo de Índice, Ibovespa Fundo de Índice e IBrX-Índice Brasil (IBrX-100) Fundo de Índice.

A multinacional, que nasceu em 1988, é responsável pela gestão de U$ 3,4 trilhões em mais de 1.000 fundos de investimentos espalhados pelo mundo. Os seis ETFs somam patrimônio líquido de R$ 1,04 bilhão.

O Fundo de Índice Brasil – 50 – Brasil Tracker (PIBB11), gerido pelo Itáu, é bem mais gordo se comparado aos demais ETFs. Seu patrimônio líquido está em torno de R$ 2,5 bilhões.

Mercado terá mais quatro alternativas no segmento

O mercado de ETFs está próximo de ter mais quatro alternativas de fundos de índices. Três estão em fase de estudo na BM&FBovespa e um será de responsabilidade do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

De acordo com o diretor de renda variável da BM&FBovespa, Julio Carlos Ziegelmann, em poucos meses, a Bolsa de São Paulo terá um ETF que espelhará a valorização de índice com carteira do setor financeiro.

“E a Bolsa está em processo de criação de outros com base em índice de sustentabilidade empresarial e índice de governança corporativa” contou Ziegelmann.

O BNDES anunciou nesta semana, por nota, que está criando ETF formado por ações de empresas que compõem o ICO2 (Índice de Carbono Eficiente). Portanto os papéis são de companhias de capital aberto que realizam ações de redução de emissão de carbono.

Fonte: Diario da Grande ABC

Conrado Navarro, Dinheirama

A BM&F Bovespa, bolsa de valores brasileira, trabalha para atingir a meta bastante ousada de 5 milhões de investidores diretos (pessoa física) cadastrados até 2015. Somos cerca de 650 mil investidores atualmente, ou 13% do total previsto. O caminho é longo. Ações no sentido de orientar o investidor têm sido feitas, divulgadas e são cada vez melhor elaboradas. Torcemos e trabalhamos para tal, mas algumas questões precisam ser consideradas.

Quem investe em ações sabe que o principal problema do investidor iniciante é justamente começar. Para uma grande maioria, o mercado de ações ainda é considerado um investimento muito arriscado, além de ser um “estranho” e “difícil” meio de construir patrimônio e riqueza. Se o olhar é cauteloso, a abordagem precisa ser simples, de fácil interpretação. “Quer ser sócio?”. Mas, e depois?

  • Com quanto dinheiro começar?
  • Como escolher uma corretora?
  • Comprar ações de quais empresas?

As perguntas acima publicadas são apenas algumas das mais comuns que normalmente recebemos por e-mail e que são proferidas em eventos e palestras. Abordamos muitas delas em diversos outros artigos, mas pretendo trabalhar a questão de uma forma mais simples neste texto, usando o olhar do iniciante e a experiência de quem já colaborou com muitos novatos. (mais…)

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SÃO PAULO – Uma pesquisa realizada pela QualiBest, a pedido da plataforma Proxxima, revelou que 61% dos investidores são conservadores, o que significa que investem mais em produtos que tragam menos riscos.

Não é à toa que, quando questionados sobre o que é mais importante na hora de decidir como vai aplicar o dinheiro, 51% responderam ser a segurança ou saber que o dinheiro terá rendimento constante, sem grandes contratempos.

De acordo com os dados, outros 8% dos entrevistados disseram ser arrojados ou investirem mais em produtos de maior risco, como a bolsa de valores, enquanto 31% responderam estar em um meio termo entre conservador e arrojado.

O que avaliam

Ainda em relação ao que os investidores consideram mais importante ao decidir como aplicar, 21% responderam rentabilidade ou ter a possibilidade de melhor rendimento, independentemente do risco que a aplicação traga.

Outros 16% responderam que consideram mais importante o fato de poder mexer no dinheiro a qualquer momento, a chamada liquidez.

Além disso, 12% dos investidores que responderam à pesquisa disseram que consideram o mais importante a instituição – saber que onde estão investindo não vai quebrar de uma hora para a outra.

A pesquisa foi realizada com 565 pessoas, entre homens e mulheres, das classes A e B e com idade de 21 a 49 anos.

Fonte: UOL Economia

Nesta época do ano ocorre uma injeção de recursos no mercado devido ao pagamento do 13° salário. Graças à abertura do mercado para pequenos investidores, é comum que investidores novatos ou mesmo aqueles investidores eventuais direcionem esses recursos para uma excelente aplicação que pode render bons dividendos, principalmente se for a longo prazo.

Com as festas de fim de ano e férias, é comum as pessoas direcionarem o 13° para compra de presentes ou viagens. Está certo pois o laser é indispensável para a felicidade. Por outro lado, se você tem dívidas, o ideal é priorizar o pagamento, em especial aquelas que embutem maiores encargos, como a do cartão de crédito rotativo ou o cheque especial.

Mas, para aqueles que não tem um destino certo ou urgente para o 13°, investir parte ou a totalidade deste benefício pode garantir uma renda extra durante o ano todo. Ações de pouca volatilidade é a opção correta para quem quer fazer uma poupança lucrativa.

Quem está com as finanças em dia fará um bom negócio ao aproveitar o caixa extra para incrementar a poupança. Quem investe apenas o 13º ao longo de 30 anos, consegue manter o mesmo padrão de vida quando se aposenta. Para isso, é necessário buscar uma rentabilidade anual de 15%, com papéis de empresas que também distribuam dividendos de 3% ao ano.

Ações que pagam dividendos possuem pouca volatilidade, o que garante um risco mais baixo e lucros bem superiores à renda fixa. Se compararmos com a poupança que paga 6% ao ano + TR, esse tipo de aplicação pode ser bem mais vantajoso e chegar ao dobro da lucratividade, pagando de 12 a 15% ao ano.

A Bovespa é uma das opções de investimento mais seguras, pois possui mecanismos que fiscalizam corretoras e bancos que oferecem serviços de investimento, garantindo transparência e agilidade nas negociações.

Para começar a investir, basta abrir uma conta em uma corretora. No próprio site da corretora, o investidor pode encontrar as melhores opções de ações para investir. E não é preciso nenhuma fortuna, não. Com R$ 20,00 apenas, pequenos investidores podem comprar um lote de açoes ou mesmo uma ação apenas.

Investir em ações que oscilam pouco, é uma excelente oportunidade de fazer o dinheiro trabalhar sem correr riscos, funcionando como uma poupança que vai gerar mais ganhos a longo prazo. Se o investidor entender um pouco mais poderá gerenciar seu investimento, vendendo e comprando de novo e reinvestindo os valores recebidos pelos dividendos, aumentando ainda mais os lucros.

Se você está pensando em investir em ações e não tem muito conhecimento sobre esse mercado, conheça o curso online Aprenda a Investir na Bolsa de Valores que ocorre no site da EnsinaInvest no próximo dia 29/11. você poderá aprender facilmente, na sua própria casa, como se tornar um investidor de sucesso, através de um amplo panorama do que é o mercado de ações. Este curso é indispensável para todos os iniciantes na bolsa.

A Bolsa de Valores de São Paulo fechou a quarta-feira com valorização e atingiu o maior valor no ano. Segundo dados preliminares, o Ibovespa, principal índice acionário do País, avançou 0,56%, indo para 71.971 pontos.

Corretoras estimam que o principal índice de ações da bolsa de valores, poderá ultrapassar os 85 mil pontos em 2011, um potencial de valorização em torno de 20%.

Já o Bank of America Merrill Lynch traçou projeções mais modestas mas muito otimistas ainda para investimentos na bolsa brasileira no próximo ano: 81.000 pontos, com uma valorização de 14%. Essas estimativas do banco norte-americano tem como base a redução do nível global de taxas de juros reais e a consequente busca por rendimentos em mercados de crescimento sustentável

Tanto o banco quanto a corretora apostam em uma forte procura dos estrangeiros por ativos brasileiros para fazer suas projeções. A pujança da economia nacional é o que impulsiona esse otimismo.

Após a capitalização da Petrobras cada vez mais as pessoas têm buscado informações sobre como investir na Bolsa de Valores. Entretanto, muitas são as dúvidas e os receios em relação a este mercado, que impede investidores em potencial de conquistar lucratividade utilizando as estratégias certas para cada tipo de ação que pretende investir.

Por isso a empresa EnsinaInvest estreou no mercado com objetivo de informar, esclarecer e ajudar novos investidores a entrarem no mercado de ações com segurança e capacidade para tomarem as decisões corretas tornando seus investimentos em ações mais lucrativos.

É com esse objetivo que o site de educação financeira EnsinaInvest oferece, semanalmente, palestras gratuitas que ocorrem online e têm duração média de 1 hora.

A próxima palestra gratuita ocorre no dia 26/10 com o tema “Fortuna, Comece já a sua” e é destinada às pessoas com espírito empreendedor, que buscam descobrir como grandes personalidades criaram as suas fortunas e entender qual foi o divisor de águas na ascensão das suas carreiras e de seu patrimônio. O conteúdo apresenta uma visão clara de como a motivação e quebra de paradigmas podem transformar as finanças positivamente.

Uma opção para quem quer ser dono de uma empresa, mas não tem um perfil empreendedor é o investimento em ações. Muita gente não sabe, mas ao adquirir um lote de ações de determinada empresa, você passa a ser sócio dela, recebendo informativos trimestrais e participação nos lucros da empresa (dividendos).

Certamente muitas empresas estão com perspectivas de alta excepcionais para os próximos anos e esse tipo de investimento também pode ser uma excelente oportunidade.

Mas para minimizar riscos não esqueça de se preparar antes. Conheça as palestras gratuitas e cursos de investimentos do EnsinaInvest.

Quer ser sócio? Invista em ações

às 06/10/2010, em bolsa de valores, por EnsinaInvest
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A BM&FBovespa inicia programa para atrair mais pessoas físicas para a Bolsa de Valores. Com um projeto de educação financeira, a campanha “Quer ser sócio? Invista em ações” aborda que qualquer pessoa pode se tornar sócia de uma grande companhia ao se tornar acionista da mesma. Para isso, basta que ela adquira ações dessa empresa.
O lançamento da campanha tem o objetivo de desmistificar a Bolsa de Valores e atrair cerca de 4,5 milhões de novos investidores. Estrelada pelo “Rei” Pelé, a campanha faz uma analogia da carreira de Pelé como se fosse uma companhia aberta.
Além disso, ainda está lançando vídeos educacionais para esclarecer dúvidas de “Como Investir?”, “Por que Investir?”, “Aonde Investir?”, “O que são Ações?”, dentre outros assuntos referentes ao investimento na Bolsa de Valores.
No Blog da EnsinaInvest serão postados todos os dias os vídeos lançados pela BM&FBovespa. Acomapnhe!

Abaixo, veja o vídeo “Quer ser sócio? Invista m Ações”.

Vinicius Baccili