O mapa da oferta de ações da Petrobras

às 10/09/2010, em Mercado de Ações, por andreruzneves
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Conheça as regras para quem já é acionista da estatal, nunca comprou os papéis ou tem o direito de usar os recursos do FGTS na capitalização

Marcela Ayres, de EXAME.com

São Paulo – Depois de definidas as regras para a capitalização da Petrobrás, os investidores voltam os olhos para o desempenho das ações da companhia. Depois de patinar na bolsa, os papéis ensaiam uma cambaleante recuperação e dão pistas sobre o preço das ações que serão emitidas na oferta pública. Isso acontece porque há uma expectativa de desconto sobre estes papéis. Do contrário, não haveria vantagem em comprar as novas ações se fosse possível encontrá-las no próprio mercado por um custo mais baixo.

Vislumbrando o lucro com o pré-sal, a companhia, que vale hoje 157,6 bilhões de dólares, já declarou que deve investir 224 bilhões de dólares até 2014. Para incrementar o orçamento sem recorrer a empréstimos, a Petrobras vai ofertar, em um primeiro momento, 2.174.073.900 novas ações ordinárias (com direito a voto) e 1.585.867.998 novas ações preferenciais (sem direito a voto). Outros lotes poderão ser lançados se a demanda superar o esperado.

Os papéis começarão a ser negociados na BM&FBovespa no dia 27 de setembro. Mas o planejamento para quem pretende participar do processo começa bem antes disso. Conheça, a seguir, as opiniões dos especialistas e as regras estabelecidas para a compra dos papéis por quem já é acionista e por quem não tem papéis da empresa. E saiba, enfim, se vale a pena turbinar os investimentos na Petrobras. (mais…)

O balanço mensal de operações da BM&FBovespa mostra que o volume de operações no segmento Bovespa (ações e opções) cresceu quase 10% em agosto na comparação com julho, para R$ 123,9 bilhões. O número de negócios subiu de 8,299 milhões para 8,970 milhões de transações.

Ações mais negociadas

As ações mais negociadas em agosto foram: Vale PNA (R$ 13,41 bilhões); Petrobras PN (R$ 10,41 bilhões); OGX ON (R$ 5,23 bilhões); Itaú Unibanco PN (R$ 4,31 bilhões); e BM&FBovespa ON (R$ 3,4 bilhões).

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Vale reduz preço do minério para 4º trimestre em 10%, diz jornal
A mineradora brasileira Vale reduziu os preços dos contratos do minério de ferro do quarto trimestre para as siderúrgicas chinesas em cerca de 10%, na comparação com o trimestre anterior, afirmou o jornal Xinhua Economic Information Daily.

Cemig: compra de transmissoras é inviabilizada, fato positivo segundo o Citi
A Cemig (CMIG4) informou na última quinta-feira (9) que a oferta de sua controlada Taesa (Transmissora Aliança de Energia Elétrica) para a aquisição de participações tanto na NTE (Nordeste Transmissora de Energia Elétrica) como na STE (Transmissora de Energia Elétrica) não foi concluída, fato visto com bons olhos pelo Citi.

Com alta de 0,15%, IPC-Fipe desacelera na primeira quadrissemana de setembro
O IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor) registrou uma nova desaceleração na primeira quadrissemana de setembro, marcando inflação de 0,15% no período. A taxa é 0,02 ponto percentual inferior à variação apontada na quarta quadrissemana de agosto, de 0,17%.

Ibovespa mira próximas resistências, com Usiminas no radar do mercado
Após fechar com leve alta de 0,33% na última quinta-feira (9), o Ibovespa segue em tendência de alta no médio prazo e pode vir a romper importantes resistências nos próximos dias, avaliam os analistas técnicos Márcio Lacerda e Marcello Rossi, da Itaú Securities.

Ágora troca de ações da Eletropaulo por Cemig em carteira de dividendos
A corretora Ágora promoveu a troca das ações da Eletropaulo (ELPL6) pelas da Cemig (CMIG4) na carteira de dividendos  da corretora, devido à possibilidade de mudanças na metodologia do cálculo utilizada pela Aneel para o terceiro ciclo de revisão tarifária das distribuidoras, que terá vigência entre os anos de 2011 e 2014.

Dados de inflação no radar
A sexta-feira será de agenda mais leve, com a divulgação de mais dois indicadores de inflação: o IPC-Fipe referente à segunda quadrissemana de setembro e o IGP-DI de agosto.

Lopes fará oferta de ações de R$ 150 mi visando instituições estrangeiras
O grupo imobiliário Lopes informou na noite de quinta-feira (9) que encaminhou à Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) pedido de análise para oferta pública primária de ações ordinárias da companhia.

Fazenda pode adotar medidas para conter queda do dólar com oferta da Petrobras
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje em Recife (PE) que o governo acompanha de perto as pressões pela valorização do real e que não permitirá que a moeda nacional “derreta” com a esperada entrada de grande volume de dólares no país durante o processo de capitalização da Petrobras.

Fundo Soberano Brasileiro poderá participar da capitalização da Petrobras
O FSB (Fundo Soberano Brasileiro) poderá participar da capitalização da Petrobras (PETR3, PETR4), uma vez que o decreto 7.295, da última quarta-feira (8) autoriza a Caixa Econômica Federal e o BNDES a repassar 217.395.982 ações ordinárias ao FFIE (Fundo Fiscal de Investimentos e Estabilização), cujo único cotista é o Fundo.

Confira os resultados que serão divulgados nos EUA nesta sexta-feira
Confira os resultados que serão divulgados nesta sexta-feira (10) nos EUA, segundo informações do portal norte-americano InvestorGuide.

por Angela Pimenta

Prevista para o próximo dia 30, a operação de capitalização da Petrobrás — estimada em até 128 bilhões de reais — deverá provocar uma enxurrada de dólares no mercado brasileiro, com um significativo impacto macroeconômico que deve se estender por 2011.

Estima-se que os investidores estrangeiros comprem o equivalente a até 40 bilhões de reais — ou 23 bilhões de dólares — em papéis da estatal brasileira. É uma montanha de dinheiro, um tsunami, para qualquer mercado de porte global.

E depois da Petrobras, cuja capitalização tem trancado o mercado para demais corporações, haverá uma fila de empresas sem caixa fazendo IPOs ou emitindo dívida, o que deve trazer ainda mais dólares ao Brasil.

Aliás, recentente, a Unctad, um órgão da ONU voltado para o comércio e desenvolvimento, publicou um relatório que considera o Brasil o terceiro mercado mais interessante para investimentos por parte das maiores multinacionais do planeta, atrás da China e da Índia e à frente dos EUA e da Rússia.

Segundo um integrante do Copom ouvido pelo blog “não há dúvidas de que a pressão do dólar no restante do ano e no ano que vem é pra baixo.”

Até o último relatório Focus, divulgado pelo Banco Central na sexta-feira, dia 3, os cenários de referência do BC e do mercado previam o dólar fechando 2010 em torno de 1,80 por real.

Mas antes mesmo da capitalização, a pressão baixista já se acentua.  Na segunda-feira, dia 6, o dólar fechou a 1,73 por real. Logo, os bancos terão que refazer suas projeções econômicas.

Como um dos efeitos colaterais de um real mais forte, o mercado deve reduzir as projeções de inflação para 2011.

O último Focus previa que o IPCA feche os próximos 12 meses na casa 5,03%, mais de meio ponto acima do centro da meta de inflação, de 4,5%.

O lado benigno da valorização do real é justamente esse, menos pressão sobre a inflação, com o aumento da oferta de produtos importados a preços baixos no país.

Por outro lado, um real forte significa mais dificuldades para a indústria nacional, em particular para os exportadores. Se o real subir muito, eles fatalmente irão cobrar que o BC não só compre dólares, enxugando o excesso de verdinhas, como também reduza a Selic.

Segundo o integrante do Copom ouvido pelo blog, apesar de não trabalhar com uma meta para o dólar, “o BC não só está atento à questão, como está à frente do fluxo cambial.”

“Não vamos deixar que os dólares inundem o mercado,” concluiu.

Fonte: Portal Exame

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Preço do barril aquece mercado

às 02/09/2010, em Mercado Financeiro, por EnsinaInvest
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Saiu o tão aguardado preço do barril de petróleo do pré-sal que será usado na capitalização da companhia. O primeiro passo para o sucesso da operação foi dado, com a média do preço do barril em US$ 8,51.
A expectativa com a notícia, que só foi divulgada após o fechamento do pregão, mexeu com os negócios no mercado, fato que promoveu a alta das ações ON (com direito a voto) em 5,61% e as preferenciais (PN, sem direito a voto) em 3,72%.
Com um ganho de 2,96%, o Ibovespa retomou os 67 mil pontos e aguarda para hoje as reações do mercado ao preço e a expectativa em relação ao sucesso da operação de capitalização da estatal.

Vinicius Baccili

Analistas técnicos avaliam os rumos do Ibovespa para setembro e destacam trade
Com a alta de 1,38% registrada na última terça-feira (31), o Ibovespa fechou o mês de agosto com desvalorização de 3,51%, corrigindo parte dos ganhos acumulados em julho, quando o principal índice de bolsa paulista encerrou com expressiva valorização de 10,8%.

Ecorodovias aprova plano de opção de compra de ações a diretores
A Ecorodovias (ECOR3) aprovou na última terça-feira (31) o programa de recompra de ações da companhia, cujo objetivo seria “promover a aplicação eficiente dos recursos disponíveis” e lastrear o plano de opção de compra de ações de seus diretores.

Ativa inicia cobertura de PDG Realty com recomendação de compra
“Um gigante ganhando eficiência”. Com este título, a Ativa abre seu relatório no qual inicia sua cobertura sobre a PDG Realty de maneira bastante positiva: sugestão de compra dos papéis PDGR3 e um preço justo para junho de 2011 de R$ 25,43 – upside (potencial teórico de apreciação) de 40,9% face o último fechamento.

Souza Barros divulga carteiras sugeridas de cinco e dez ações para setembro
A Souza Barros divulgou suas carteiras recomendadas para o mês de setembro – uma contendo cinco ações e outra com dez.

Confira os indicadores e eventos corporativos previstos para quarta-feira
Em mais um dia de agenda carregada, a quarta-feira (1) traz como principal destaque o fim da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) e o subsequente comunicado sobre a decisão acerca do patamar da Selic.

BTG Pactual aponta oportunidade de entrada em Banco do Brasil
Em relatório assinado pelos analistas Diego Mendes, Paula Kovarsky e Giovana Araújo, a Itaú Corretora estabeleceu o preço-alvo de 1,2 mil reais para os papéis da OSX para o final de 2011. O potencial de valorização de OSXB3 é de aproximadamente 140%.

Dados da China proporcionam tom positivo nos mercados
Após uma safra de dados fracos e notícias desfavoráveis dos Estados Unidos, números mostrando que a atividade manufatureira chinesa voltou se recuperar em agosto proporcionavam um alívio para o início do novo mês e amparavam um tom positivo nas principais praças financeiras globais nesta quarta-feira.

Itaú Corretora eleva otimismo e vê Ibovespa em 87 mil pontos em 2011
A Itaú Corretora divulgou nesta terça-feira (31) uma nova carteira recomendada e um reajuste no preço justo para o Ibovespa (Ibov). As alterações foram anunciadas após a divulgação da terceira e última prévia do Ibovespa também na manhã desta terça, com a configuração do principal índice da bolsa paulista em vigor de setembro a dezembro deste ano.

Brasil será testado na capitalização da Petrobras, diz minoritário estrangeiro
Maior acionista minoritário da Petrobras, a gestora americana BlackRock afirma que a credibilidade do Brasil será testada com a capitalização. Por esse motivo, a gestora crê que o governo e a Petrobras vão procurar preservar os interesses dos minoritários.

Citi corta recomendação de Vivo e eleva Telesp, avaliando cenário de fusão
Após travar conversas com especialistas da área de fusões e aquisições e com grupos das companhias, o Citi rebaixou sua recomendação sobre os papéis da Vivo e elevou para os da Telesp, prevendo futuras manobras de sua controladora, a Telefónica, no País.

O que está acontecendo com a Petrobras? Essa é a pergunta que 10 entre 10 investidores estão fazendo. Com uma queda de 28,2% em seu valor na bolsa de valores desde o fim do ano passado, a petrolífera vem acumulando uma baixa de US$ 56,2 bilhões este ano.
Devido às incertezas sobre a capitalização da estatal, muitos estão com um pé atrás em relação às ações da companhia, fato que, como noticiado pela EnsinaInvest, fez com que o fundo  que já foi o maior investidor individual da Petrobras, o Soros Fund Management, vendesse todas as suas ações da companhia desde o início do ano.
Com maior queda de valor entre 751 empresas de capital aberto da América Latina e a segunda maior do mundo, só perdendo para a Microsoft, a Petrobras espera que o processo de capitalização dê certo para que suas ações recuperem seu valor.

Abaixo, segue ranking das 20 empresas latino americanas com maior queda entre dezembro de 2009 e agosto de 2010.

Vinicius Baccili

 

 

O que já foi o maior investidor individual da Petrobras, o Soros Fund Management, do bilionário americano George Soros, anunciou que se desfez de todas as ações da petrolífera pelas incertezas sobre sua capitalização.
Sancionado no dia 30 de junho de 2010, o projeto de lei que trata da capitalização da Petrobras, que era prometido para julho, foi postergado para setembro. A capitalização dará o direito à petrolífera de explorar sem licitação até cinco milhões de barris em áreas do pré-sal. Com isso, o governo receberá títulos da dívida pública, que serão utilizados, no futuro, para aumentar a participação da União nas ações da empresa.
O fundo do bilionário vinha reduzindo sua participação desde o início do ano e passou, em dezembro, de 36,8 milhões em ações, para 14,9 milhões em março deste ano. Acumulando uma queda de mais de 20% no ano, a Petrobras está gerando dúvidas com relação ao lançamento de sua oferta pública.
Na semana passada, o banco UBS recomendou aos investidores que vendam os papéis da estatal em virtude dessas incertezas. O que devemos fazer? Vender e não se preocupar mais com a capitalização ou manter a posição e apostar numa recuperação da Petrobras?

Vinicius Baccili

Sancionado na última quarta-feira (30/06), o projeto de lei que trata da capitalização da Petrobras pelo presidente Lula. Prometida para julho e postergada para setembro, a capitalização dará o direito à petrolífera de explorar sem licitação até cinco milhões de barris em áreas do pré-sal. Com isso, o governo receberá títulos da dívida pública, que serão utilizados, no futuro, para aumentar a participação da União nas ações da empresa.
Dado mais um passo importante, a capitalização ainda aguarda a conclusão do laudo independente que irá apontar o preço dos barris. Indefinido o volume da operação, o preço dos ativos da estatal continuam em queda, com a PN da PETR4 em queda de mais de 25% desde o começo do ano.
Apesar da situação pouco favorável, analistas acreditam que em longo prazo, as perspectivas para empresa são de boas oportunidades para o investidor.

Vinicius Baccili

Como noticiado anteriormente pela EnsinaInvest, o projeto de lei da capitalização da Petrobras deve ser votado pelo Senado nesta semana. O projeto prevê a emissão pelo governo, de títulos da dívida pública no valor de cinco bilhões de barris de petróleo extraídos do pré-sal.
Os recursos serão direcionados para investimentos na extração do pré-sal, sem que haja comprometimento entre a relação dívida/capital. Com isso, ações deverão ser lançadas pela petrolífera para cobrir o cheque em branco da União.
Com previsão de crescimento do capital da empresa de até 40%, o investidor deve considerar a opção pela participação na capitalização da estatal, já que a Petrobras é uma empresa sólida, que gera rentabilidade muito maior, diga-se de passagem, que o FGTS, que rende 3% a.a., ou seja, um percentual irrisório em comparação com a aplicação na Bolsa em longo prazo.

Vinicius Baccili

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