Por Josué Leonel e Felipe Frisch

02 de maio (Bloomberg): O euro recua pelo terceiro dia seguido contra o dólar após dados na Europa sinalizarem desaceleração econômica. O yuan teve a maior alta em duas semanas antes de encontros entre autoridades chinesas e americanas amanhã em Pequim que provavelmente discutirão o quanto a moeda está depreciada.

Dados divulgados hoje mostraram aumento do desemprego e queda da atividade industrial na Região do Euro. Na Alemanha, o desemprego em abril subiu inesperadamente para 6,8 por cento. As empresas americanas provavelmente criaram 170.000 empregos em abril, ante 209.000 em março, segundo pesquisa Bloomberg para pesquisa ADP que sai às 9:15.

UBS AG subiu até 6,7 por cento em Zurique após registrar lucro no primeiro trimestre acima das estimativas. Os índices futuros americanos recuam hoje. As ações externas subiram ontem após indicador ISM divulgado nos EUA mostrar atividade industrial acima do esperado em abril. Na China, o índice PMI divulgado na noite de 30 de abril atingiu 53,3 em abril, ante 53,1 no mês anterior.

Red Electrica Corp. chegou a cair 3,9 por cento em Madri após o presidente da Bolívia Evo Morales dizer que vai nacionalizar a rede elétrica da empresa espanhola no país sul-americano. A decisão vem depois de a presidente argentina, Cristina Kirchner, anunciar em 16 de abril a nacionalização da unidade da espanhola Repsol YPF SA. O índice IBEX de ações da Espanha chegou a cair 2,3 por cento hoje.

As bolsas europeias e os índices futuros americanos recuam As ações chinesas tiveram a maior alta em duas semanas após as duas maiores bolsas do país anunciarem que cortarão suas taxas de administração em 25 por cento.

O cobre cai após indicador de atividade na Europa. O petróleo recua do maior nível em cinco semanas com o aumento dos estoques americanos e incertezas sobre eleições em três países europeus.

Os rendimentos dos títulos do tesouro americano caem. As taxas das dívidas da Espanha, Itália e França sobem após indicador PMI sinalizar desaceleração da atividade industrial na Região do Euro. Os rendimentos da Alemanha e Reino Unido caem.

 

Por Josué Leonel e Felipe Frisch

26 de abril (Bloomberg): O euro caiu ao menor nível em uma semana contra o iene após a Standard & Poor’s cortar a nota de crédito da Espanha em dois níveis, ampliando o receio de piora da crise da dívida europeia.

O iene sobe contra todas as demais principais moedas acompanhadas pela Bloomberg. O dólar australiano recua com especulações de que o banco central do país cortará os juros.

A S&P rebaixou ontem a dívida de longo prazo da Espanha de A para BBB+ e disse que a perspectiva é negativa à medida que a recessão mina os esforços do país para reduzir o déficit. A taxa de desemprego espanhola subiu para 24,4 por cento no primeiro trimestre, acima dos 22,9 por cento do período anterior.

Estimativa mediana em pesquisa Bloomberg apontava 23,8 por cento.

“A crise espanhola deve ficar pior antes de melhorar,” disse Mike Jones, estrategista de câmbio do Bank of New Zealand em Wellington. “A reação do euro ao rebaixamento da Espanha foi pelo lado negativo. O rebaixamento tirou parte do apetite dos investidores por risco.”

Os rendimentos dos títulos da Espanha e Itália lideram a alta entre as taxas das dívidas de países europeus após a decisão da S&P. O tesouro italiano vendeu 5,95 bilhões de euros em títulos, com taxa de juros maior do que no leilão anterior.

As taxas dos títulos dos Estados Unidos de 10 anos caíram ao menor nível em 12 semanas, enquanto os rendimentos da dívida alemã também recuaram, com o aumento da demanda por ativos mais seguros.

O petróleo cai do maior nível em quase quatro semanas, reduzindo o segundo ganho semanal, com a desaceleração europeia podendo prejudicar a demanda. O cobre e outros metais sobem.

As ações europeias e os índices futuros americanos estão perto da estabilidade, após recuarem mais cedo. As ações chinesas caíram com o recuo dos lucros das empresas.

 

Por Josué Leonel e Felipe Frisch

26 de abril (Bloomberg): O dólar cai contra a maioria das demais principais moedas após o banco central americano ter reiterado ontem que manterá os juros baixos até pelo menos o final de 2014. O iene tem a maior alta contra a moeda americana.

Dados hoje podem mostrar que os novos pedidos de seguro americanos nos EUA caíram pela segunda semana, enquanto indicador amanhã deverá mostrar que o Produto Interno Bruto da maior economia do mundo desacelerou no trimestre passado. O presidente do Fed, Ben S. Bernanke, disse ontem que está preparado para dar novos estímulos à economia se necessário. O Deutsche Bank AG recua após o maior banco alemão informar queda de 33 por cento em seu lucro.

Os índices futuros americanos e as ações europeias recuam.

Na China, as ações caíram pela primeira vez em três dias com a queda dos lucros de empresas como a BYD Co. ofuscando a expectativa de estímulos do Fed.

O índice de confiança econômica da Região do Euro caiu mais que o esperado em abril para 92,8, ante estimativa mediana de 94,2.

O petróleo recua. O cobre, o ouro e outros metais se valorizam.

Os juros dos títulos do tesouro americano caem após o Fed dizer que pode fazer mais para impulsionar a economia. As taxas das dívidas da Alemanha e Reino também recuam, enquanto as da França, Itália e Espanha sobem.

 

Por Josué Leonel e Felipe Frisch

25 de abril (Bloomberg): As ações internacionais avançam pelo segundo dia seguido após companhias como a Apple anunciarem lucros maiores que o esperado. As ações chinesas subiram após o premiê Wen Jiabao prometer manter crescimento econômico equilibrado e depois de dados divulgados ontem terem sinalizado crescimento do setor imobiliário nos EUA.

A Apple anunciou lucro ontem quase duas vezes maior do que no trimestre anterior, refletindo a demanda pelo iPhone na China. O Credit Suisse anunciou queda de 96 por cento em seu lucro, que no entanto superou as estimativas, que apontavam prejuízo. Nomura Holdings Inc. e Electrolux AB também divulgaram números acima das expectativas.

“Uma tendência de recuperação nos lucros está sendo vista”, disse Hiroichi Nishi, gestor de renda variável da SMBC Nikko Securities Inc. em Tóquio. “A economia americana ainda está em recuperação suave.”

A libra esterlina cai pela primeira vez em oito dias após dado mostrar recessão no Reino Unido. O euro tem a segunda alta seguida e o iene também se valoriza diante do dólar.

O Produto Interno Bruto britânico caiu inesperadamente 0,2 por cento no primeiro trimestre, ante expansão estimada de 0,1 por cento. O dado mostra o país formalmente em recessão considerando-se o critério de dois trimestres seguidos de contração. No período anterior, o PIB britânico recuou 0,3 por cento.

O petróleo sobe após o Instituto Americano do Petróleo informar queda dos estoques americanos do produto. O cobre e demais metais também se valorizam. Os contratos futuros de boi em Chicago subiam 0,3 por cento às 07:24, após caírem 2,6 por cento ontem com o anúncio da descoberta da doença conhecida como vaca louca na Califórnia. Outras commodities agrícolas, como soja e trigo, também sobem.

Os juros dos títulos do tesouro americano sobem antes de um leilão de papéis da dívida e da reunião do Federal Reserve, em que deve reiterar sua promessa de manter juros baixos diante da recuperação lenta nos EUA e da crise europeia. As taxas da Alemanha sobem, enquanto os rendimentos dos títulos da França, Espanha e Itália caem.

 

Por Josué Leonel e Felipe Frisch

24 de abril (Bloomberg): As ações europeias sobem após atingirem ontem o menor nível em três meses antes de dados nos Estados Unidos que podem mostrar aumento das vendas de moradias. Os índices futuros sinalizam que o Standard & Poor’s 500 pode reagir hoje após registrar a maior queda em uma semana.

Dados que saem às 11:00 podem mostrar que as vendas de moradias novas nos EUA aumentaram 1,6 por cento em março, recuperando-se da queda do mês anterior, segundo economistas pesquisados pela Bloomberg. O primeiro-ministro holandês Mark Rutte deve falar ao parlamento hoje, menos de 24 horas após propor ontem sua renúncia. A Espanha vendeu 1,9 bilhão de euros em títulos, enquanto a Holanda vendeu 2 bilhões de euros hoje.

“Nós podemos esperar um repique hoje após a queda de ontem, mas o repique deve ser moderado e o sentimento geral deve continuar sendo de cautela por enquanto”, disse Alessandro Fezzi, analista-sênior de mercados da LGT Capital Management AG.

O euro anulou alta registrada mais cedo.

O cobre sobe em Londres após dados da bolsa de metais londrina mostrarem aumento dos pedidos para retirada de metal dos depósitos. O petróleo recua.

Os rendimentos dos títulos do Tesouro americano sobem, assim como os da Alemanha, Reino Unido e Itália. As taxas da Holanda, França e Espanha caem.

 

Por Josué Leonel e Felipe Frisch

23 de abril (Bloomberg): As bolsas internacionais caem após indicadores na Europa e China sinalizarem contração industrial, e com resultados empresariais que frustraram as expectativas. Em Xangai, as ações também cederam após autoridades apertarem os padrões para companhias listadas na plataforma ChiNext.

Índice preliminar divulgado na China pelo HSBC Holdings Plc e Markit Economics ficou em 49,1, comparado a 48,3 em março, sinalizando recuo pelo sexto mês seguido. Um número abaixo de 50 significa contração. O índice PMI de atividade industrial da Região do Euro caiu inesperadamente para 46 em abril, ante estimativa mediana de 48,1, enquanto o PMI de serviços caiu de 49,2 para 47,9, ante estimativa de 49,3.

China Mobile Ltd. e Daewoo Engineering & Construction Co. caíram após anunciarem resultados. Yakult Honsha Co. subiu 12 por cento em Tóquio após o jornal Nikkei dizer que a Danone pode ampliar participação na empresa japonesa.

“Com muitas empresas anunciando alertas sobre resultados, os investidores ficam cautelosos”, disse Francis Lun, diretor-gerente da Lyncean Holdings Ltd. “A economia chinesa está desacelerando, a isto tem um impacto direto nos resultados das empresas.”

As ações europeias também caem após o premiê holandês Mark Rutte fracassar em um acordo com sua coalizão partidária para aprovar medidas de austeridade.

O cobre cai após as importações da China, maior consumidor do metal, caírem. Outros metais industriais recuam com o dado de atividade chinês. O petróleo também recua com a menor importação do produto pela China.

O euro cai pela primeira vez em três dias com o receio de que a eleição na França, onde o socialista Francois Hollande lidera as pesquisas para o segundo turno após vencer o primeiro turno sobre o presidente Nicolas Sarkozy, enfraqueça a luta contra a crise da dívida. O iene sobe contra todas as demais moedas com o aumento da demanda por ativos mais seguros diante da previsão de enfraquecimento da dupla que comandava o euro, formada por França e Alemanha, da premiê Angela Merkel.

Os rendimentos dos títulos do tesouro americano caem com especulações de que a crise europeia pode persistir após a vitória socialista na França. As taxas das dívidas da Holanda, Itália e Espanha sobem, enquanto as da França, Alemanha e Reino Unido caem.

 

Por Josué Leonel e Felipe Frisch

20 de abril (Bloomberg): O euro caminha para ganho semanal contra o dólar com especulações de que autoridades do G-20 reunidas hoje vão adotar medidas para conter a crise da dívida e após dado mostrar aumento inesperado da confiança dos investidores na Alemanha

“Os países precisam tomar medidas”, disse ontem a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, que busca mais recursos para garantir socorro aos países europeus.

O Índice IFO de sentimento dos investidores na Alemanha subiu para 109,9 em abril, após marcar 109,8 em março. Estimativa mediana em pesquisa Bloomberg apontava 109,5. A Repsol YPF SA, cuja unidade YPF foi nacionalizada pela Argentina esta semana, cai após a Standard & Poor’s cortar a nota da empresa para o menor nível de grau de investimento. A Microsoft Corp. sobe em Frankfurt após a maior produtora mundial de softwares anunciar lucro acima do esperado.

O petróleo avança pela primeira vez em três dias com a melhora do sentimento dos empresários na Alemanha. O cobre e outros metais também se valorizam.

Os índices futuros americanos e as bolsas europeias sobem com o dado de confiança alemão. Na China, as ações subiram com especulações de que o governo pode aliviar a política monetária e ampliar gastos em infraestrutura para estimular a economia.

Os rendimentos dos títulos da Itália, Espanha, Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos sobem, enquanto os da França e Portugal caem.

 

Por Josué Leonel e Felipe Frisch*

19 de abril (Bloomberg): As ações europeias sobem e recuperam parte da perda de ontem, enquanto os índices futuros sinalizam alta para Nova York, após leilões de títulos da Espanha e França.

A Espanha vendeu 2,54 bilhões de euros em títulos em leilão hoje, ligeiramente acima da meta de 2,5 bilhões. A França vendeu 8 bilhões de euros em títulos. O custo de financiamento nos leilões subiu diante da dificuldade do primeiro-ministro Mariano Rajoy em reduzir o déficit espanhol e da proximidade da eleição presidencial francesa. Dados nos EUA mais tarde podem mostrar hoje que as revendas de moradias subiram e os pedidos de seguro-desemprego caíram, segundo pesquisa com economistas.

As ações chinesas caíram pela terceira vez em quatro dias com o receio de agravamento da crise europeia ofuscando as especulações de alívio monetário na segunda maior economia mundial.

O euro sobe contra o iene após o leilão da Espanha. A moeda japonesa cai após o presidente do banco central do Japão, Masaaki Shirakawa, prometer continuar com o alívio monetário. O crescimento nas economias desenvolvidas segue “anêmico”, disse Shirakawa.

O petróleo e o cobre se valorizam.

Os rendimentos dos títulos do Tesouro americano sobem antes de dado que pode mostrar crescimento das revendas de imóveis, indicando que há setores em expansão na maior economia do mundo, o que reduz a demanda por ativos mais seguros. As taxas da Itália, Reino Unido, França e Alemanha também sobem.

*Extraído do informe Mercado Hoje da Bloomberg – 19/04/2012

 

Por Josué Leonel e Felipe Frisch*

18 de abril (Bloomberg): O iene se enfraquece pelo segundo dia com o aumento da estimativa para o crescimento mundial pelo Fundo Monetário Internacional e especulações de alívio monetário na China. A libra esterlina é destaque entre as moedas em alta, subindo pelo terceiro dia após a ata da última reunião do banco central britânico ter mostrado que um dos membros do comitê encerrou sua defesa por mais estímulos.

O FMI elevou sua previsão para o crescimento global em 2012 de 3,3 por cento para 3,5 por cento, aliviando o receio sobre os efeitos da crise europeia. Na China, dados mostraram que os preços de imóveis caíram em um número recorde de 37 entre 70 cidades monitoradas pelo governo em março, ampliando apostas em novas medidas de estímulo. A Espanha, que ontem vendeu mais títulos do que o programado, faz amanhã novo leilão.

“A previsão do FMI aliviou receios dos investidores sobre o crescimento no ambiente externo”, disse Wu Kan, gestor de fundo da Dazhong Insurance Co. em Xangai. “Há especulações de que o compulsório dos bancos será cortado e isto está impulsionando as ações” na China.

As ações chinesas tiveram a maior alta em mais de dois meses. As bolsas europeias recuam, enquanto os índices futuros americanos estão perto da estabilidade.

Repsol YPF SA chegou a cair 2,4 por cento após a Argentina rejeitar pedido da empresa de US$ 10,5 bilhões em compensação pelo controle de sua unidade no país. Intel Corp. e International Business Machines Corp. anunciaram resultados que mostraram redução do crescimento das vendas.

Os rendimentos dos títulos do Tesouro da Espanha caem, liderando queda das taxas de países europeus como Itália, Alemanha e França. As taxas do Tesouro americano sobem antes da divulgação amanhã de dado que pode mostrar baixa dos pedidos de seguro-desemprego nos EUA. Taxas do Reino Unido também sobem.

O petróleo é negociado perto do maior nível em duas semanas. O cobre sobe em Londres com a especulação de que a demanda por aumentar na China, maior consumidor do metal.

*Extraído do informe Mercado Hoje da Bloomberg – 18/04/2012

 

Por Josué Leonel e Felipe Frisch*

17 de abril (Bloomberg): As ações europeias e os índices futuros das bolsas americanas sobem antes de dados que podem sinalizar crescimento nos EUA e após leilão de títulos da Espanha. Na China, as ações caíram após dado mostrar que os investimentos estrangeiros diretos caíram pelo quinto mês seguido.

Dados nos EUA hoje devem mostrar aumento das obras de moradias iniciadas e da produção industrial em março, segundo economistas pesquisados pela Bloomberg. A Espanha vendeu em leilão 3,18 bilhões de euros em títulos em leilão, acima da meta máxima de 3 bilhões. Os juros pagos pelo país subiram.

A confiança do investidor na Alemanha cresceu inesperadamente pelo quinto mês em abril, segundo o índice Zew anunciado hoje, que atingiu 23,4, ante estimativa mediana de 19.
É o nível mais alto em dois anos. A Índia cortou sua taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, acima do corte de 0,25 ponto estimado pela maioria dos analistas.

Repsol YPF SA caiu até 9 por cento em Madri após o governo da Argentina assumir o controle de uma de suas unidades. A decisão da presidente Cristina Fernandez de Kirchner fez os títulos da dívida argentina terem o pior desempenho entre os mercados emergentes este ano. O governo da Espanha tomará ações “decisivas” nos próximos dias contra a decisão da Argentina, disse ontem à noite o ministro espanhol da indústria, Jose Manuel Soria, a jornalistas.

O euro ensaia a segunda alta seguida após o leilão espanhol. O yuan teve a maior alta em três semanas com a recuperação dos EUA podendo ajudar as exportações chinesas.

O petróleo sobe após dado divulgado ontem ter mostrado aumento acima do esperado das vendas no varejo nos EUA, maior consumidor do produto. O cobre recua com os sinais de desaceleração na China.

Os rendimentos dos títulos do tesouro espanhol caem no mercado, assim como as taxas da Itália. Os juros dos títulos dos EUA sobem com o leilão da Espanha e o dado de confiança da Alemanha reduzindo a demanda por ativos mais seguros. As taxas dos títulos da Alemanha, França, Reino Unido e Grécia sobem.

*Extraído do informe Mercado Hoje da Bloomberg – 17/04/2012